As primeiras boas novidades musicais de 2021: as inglesas Arlo Parks e Shame; já Marilyn Manson e Karol Conká descem a ladeira

Confira também esta matéria em áudio!

O mondo pop pegou fogo na última semana: enquanto a Inglaterra se encantou com o discaço de estreia da Arlo Parks (acima), o velho roqueiro goth metal industrial Marilyn Manson e a rapper brasileira Karol Conká (abaixo), estão vendo suas carreiras artísticas desmoronarem por conta de denúncias de abusos e CAGADAS que ambos estão cometendo ou cometeram em suas trajetórias musicais  

Yep, cá estamos novamente. Com nossa agora plataforma multimídia zapper, e que inclui não apenas o blog com texto, fotos e vídeos mas também nosso podcast amigo. Sendo que nesta edição tanto do blog quanto do podcast vamos falar das duas primeiras muito boas novidades musicais deste 2021, que continua sendo um pesadelo perverso e pandêmico para o mundo inteiro, e para o total CAGADO Brasil em particular (já que temos que lutar pela sobrevivência guerreando contra o vírus e também contra o VERME nazi fascista e genocida de Brasília). São duas novidades que não possuem nada em comum, musicalmente falando, mas que possuem a mesma origem, a velha e boa Inglaterra que tanta alegria já deu ao mundo do rock e da música pop. Pois é da velha ilha, mais especificamente da capital Londres, que chegam o disco de estreia da incrível guria Arlo Parks, e o segundo álbum estúdio do quinteto pós-punk Shame. Vamos analisar em detalhes os dois discos, além de tocar algumas faixas da Arlo no podcast. Sendo que em nossa plataforma de áudio também vamos rolar um papo sobre a cultura do “cancelamento” (muito em voga nesses tempos de tribunais sumários de internet e de redes sociais), sobre as máscaras de alguns ícones do rap nacional caindo no BBB 21 (da “Grobo”) e por aí vai. Beleusma? Então bora e vem com a gente, que mais uma Zapnroll versão 2021 está começando agora!

A INCRÍVEL ARLO PARKS CAUSA COMOÇÃO COM SEU DISCO DE ESTREIA

Se o mundo anda horrível, pandêmico, hostil ao máximo e a raça humana segue o mesmo padrão, se tornando novamente cada vez mais conservadora, reacionária, preconceituosa, RACISTA e HOMOFÓBICA (sendo que tudo isso é muito lamentável, sob todos os aspectos possíveis), uma nova voz feminina potente, ao mesmo tempo grandiosa, doce e envolvente e que represente um engajamento artístico forte contra todo esse conservadorismo social, talvez seja mais do que necessária neste momento. Pois esta voz surgiu, tem nome e já está entre nós, para mega satisfação de todos que ainda acreditam que a música pop (e o rock) podem continuar sendo relevantes, em termos políticos e sociais. A voz é de Arlo Parks. Ela é inglesa (nascida em Londres), tem apenas vinte anos de idade. É negra, bissexual assumida, descendente de franceses e africanos e, além de cantar, também escreve poesia. E acaba de causar comoção na música mundial ao lançar seu álbum de estreia, o espetacular “Collapsed In Sunbeams”, que chegou às plataformas digitais de audição e às lojas inglesas que ainda vendem cds e LPs na sexta-feira da semana passada. Com um mix sem igual de pop classudo, algo de trip hop, nuances jazzy e pitadas de R&B e música eletrônica, a muito jovem Arlo lançou um discaço.

A guria, de visual mezzo andrógino, pode ser considerada como a jovem mulher preta perfeita – mesmo com suas prováveis imperfeições (qual ser humano é perfeito, afinal…). Começou a escrever poemas e a cantar na adolescência e, em questão de apenas três anos, lançou uma batelada de singles (todos presentes em “Collapsed…”) que a projetaram de maneira avassaladora na música inglesa, transformando-a perante à musical press britânica como “the next big thing” da música da Velha Ilha. E não há nenhum exagero nisso: talvez desde o surgimento da saudosa e genial Amy Winehouse ou de espetaculares vozes femininas do trip hop inglês (como Beth Gibbons, do Portishead, ou Skye Edwards, do Morcheeba), uma novíssima (na idade e na trajetória musical) cantora não causava tamanha comoção entre público e crítica com seu trabalho de estreia.

E o álbum faz justiça ao alvoroço em torno dele. Da abertura com uma curta vinheta instrumental (que sonoriza os versos declamados de um poema de autoria da própria Arlo, e que dá título ao álbum) ao desfile de faixas que oscilam entre pops dançantes e sutilezas sonoras ambientadas em trip hop, R&B e eflúvios jazzísticos, o disco é cativante do começo ao fim, com melodias altamente radiofônicas e que dão sustentação a letras que definem muito bem o pensamento da jovem cantora em relação a temas como amizade, relacionamentos fora dos padrões considerados como “aceitos” por uma sociedade cada vez mais apodrecida em sua mega caretice e hipocrisia, empoderamento feminino etc. Fora que, mesmo tendo um viés eletrônico rondando faixas como a algo dramática “For Violet”, ou ainda “Bluish” e “Portra 400” (que fecham o disco), é um tremendo prazer ouvir instrumentos elétricos e “acústicos” (como contra-baixo potente e bateria) se sobressaindo em músicas como “Black Dog” (esta, adornada em sua melodia por violões dolentes), “Green Eyes” e “Eugene” (onde se destaca o baixo tocado pelo produtor e co-autor das composições de quase todo o cd, Giancarlo Buccellati, uma espécie de “irmão de coração” de Arlo Parks). Mas, por cima de todo esse esmerado bordado sônico (que é notado com força em “Hurts”, “Hope” e “Caroline”, por exemplo), se sobressai a inflexão vocal de Parks, de encher os olhos e os ouvidos de quem a escuta.

O álbum de estreia da sensação inglesa Arlo Parks: desde já na lista dos melhores lançamentos de 2021

Ao final deste ainda provavelmente sinistro 2021, “Collapsed In Sunbeams” vai com certeza estar na lista dos melhores do ano. E com total merecimento: a continuar assim e lançando trabalhos deste nível, Arlo Parks tem um futuro imenso e brilhante na música inglesa. E tomara que ela dure bem mais que os apenas vinte e sete anos de idade vividos por Amy Winehouse, interrompidos de maneira triste e trágica e findando uma trajetória que tinha tudo para ser gigante em termos artísticos. A torcida é para que Arlo tenha essa trajetória brilhante e gigante. Por muitos e muitos anos.

ARLO PARKS AÍ EMBAIXO

Para você ouvir, na íntegra, seu ótimo disco de estreia. E também os vídeos para os singles “Green Eyes”, “Eugene” e “Hope”.

SHAME, O SOM PÓS PUNK QUE, MESMO NÃO SENDO FODÁSTICO, MOSTRA QUE AINDA SURGEM BOAS BANDAS NOVAS NO COMBALIDO ROCK MUNDIAL

E se a música pop inglesa ressurge grandiosa novamente com o disco de estreia da genial black cat Arlo Parks, o rock de lá (e também pelo resto do mundo) continua amargando uma irrelevância digna de pena. Excetuando-se alguns ainda bons lançamentos de grupos já veteranos ou mais novos (há uma boa expectativa pelo novo disco da dupla Royal Blood), o rock planetário está como sabemos: quase morto – aqui no fodido e triste bananão boçalnaro, dominado pela música sertanoja, então, ele morreu de vez e sem dó. Assim, diante desse panorama rocker sinistro, dá até pra comemorar o lançamento de “Drunk Tank Pink”, o segundo trabalho do quinteto neo pós punk inglês (também surgido em Londres) Shame. O disco saiu há cerca de três semanas e foi efusivamente recebido pela imprensa musical de lá, com resenhas e notas mais do que positivas no jornal The Guardian e nas revistas Mojo e Uncut.

Mas não se trata de nenhuma obra prima que vai redefinir os rumos atuais do rocknroll ou recolocar com força o gênero no mapa da música mundial. Da mesma geração do irlandês Fontaines D.C. (sendo que este possui bem mais consistência estética, sonora e melódica), o Shame surgiu há sete anos e suas referências, claríssimas, vão de Stiff Little Fingers e Stranglers a Joy Division. As músicas são rápidas e ríspidas, o vocal é algo sorumbático e desolador e algumas ambiências sonoras nos remetem diretamente aos tempos do pós punk de Manchester, entre 1977 e 1982, especialmente quando ouvimos “Alphabet”, “Nigel Hitter”, “March Day”, “Water In The Well”, “Snow Day” ou “6-1”. Mas não se anime muito com elas: curiosamente os dois melhores momentos do álbum são as faixas mais elaboradas melodicamente e onde o grupo desacelera um tanto o andamento melódico. Aí se instala um clima verdadeiramente sombrio na sonoridade do quinteto e “Human, For A Minute” e “Station Wagon” (que fecha o disco com seus mais de seis minutos e meio de duração, e permite até o surgimento de um piano sendo dedilhado em meio à melodia fortemente amparada na condução do baixo) fazem você sentir mesmo uma enorme vontade de voltar a 1985 e ir dançar (vestido com um pesado capotão preto) virado para a parede, na pista do porão do Madame Satã (daquela época).

O quinteto pós punk inglês Shame e seu segundo álbum de estúdio: o disco é bom, e só.

É um bom disco, e só. O que já é muito, dado o momento horrendo pelo qual o rock está passando no mundo todo. Já não temos mais Ian Curtis, nem Bauhaus, muito menos a fúria desolada e iconoclasta do Damned. Diante disso e nos tempos atuais, o som do Shame dá para o gasto.

“DRUNK TANK PINK”, DO SHAME, PODE SER OUVIDO AÍ EMBAIXO

A CASA CAIU FEIO PARA MARILYN MANSON

Um dos nomes mais famosos e impactantes surgidos na cena gothic metal mundial nos anos 90, o cantor e compositor americano Marilyn Manson viu sua carreira musical desmoronar nos primeiros dias deste fevereiro de 2021 após ser publicamente acusado pela ex-namorada, a atriz Evan Rachel Wood (que se relacionou com ele entre 2006 e 2010), de abusos psicológicos e sexuais diversos durante o tempo em que ficaram juntos. Além de Evan e, encorajadas pelas revelações feitas pela ex-girlfriend de Manson, outras quatro mulheres fizeram as mesmas denúncias contra o artista.

Marilyn Manson surpreendeu o mundo na metade da década de 1990, quando lançou seu segundo álbum de estúdio, “Antichrist Superstar”, em outubro de 1996. O disco, que teve a participação do respeitado produtor e músico Trent Reznor (líder eterno do genial Nine Inch Nails) na direção de produção, exibia um instrumental potente e furioso, que mesclava heavy metal com gothic e industrial rock, amparando letras sobre sexo, loucura, distopia existencial e emocional, e que eram vociferadas pela figura totalmente andrógina do cantor. O hit “Beautiful People” estourou no mundo todo (inclusive nas rádios fms brasileiras mais roqueiras), angariou milhões de fãs para MM, fez o cd vender milhões de cópias e tornou o cantor celebridade da noite para o dia. E na turnê do disco Marilyn veio pela primeira vez ao Brasil, em show assistido por este (hoje) velho jornalista rocker, na finada casa de shows paulistana Olympia. Foi mesmo algo acachapante presenciar todo aquele esporro sonoro avassalador ao vivo, com Manson subindo ao palco trajando corpete preto, meia cinta liga da mesma cor, botas pretas de cano longo e salto altíssimo e uma TANGA minúscula, estampada com a bandeira dos Estados Unidos. O músico mega subversivo na hora certa ganhou a admiração de milhões de fãs pelo mundo afora.

E agora, vinte e cinco anos depois, tudo DESABOU em questão de dias. Afinal, nos tempos atuais onde tudo reverbera de forma gigantesca na mídia e nas redes sociais em questão de segundos, e onde se torna cada vez mais necessário defender as mulheres e coibir a secular misoginia e machismo estrutural que domina infelizmente grande parte da macharia ogra em todos os cantos do planeta, é preciso REPELIR COM FORÇA qualquer tipo de relação emocional que se torne ABUSIVA, em termos morais, psicológicos, sexuais e mesmo físicos. E não importa quem cometa o abuso (se um popstar como Marilyn Manson ou o zé ruela da esquina): ele precisa ser ferozmente combatido e DENUNCIADO por quem sofreu tal abuso, sendo que Zapnroll sempre estará ao lado das mulheres e do ativismo feminista nessa e em outras questões relativas a elas. Não dá pra passar pano para abusador.

De gênio do rock metal goth industrial dos anos 90 a abusador da ex-namortada: Marilyn Manson está vendo sua carreira musical desmoronar

E é uma pena que a carreira de MM seja provavelmente LIQUIDADA por essas revelações (a gravadora que lançou seu mais recente trabalho de estúdio acaba de rescindir o contrato com o artista; o mesmo fez sua agência que agencia sua carreira, e seu ex-produtor e ex-amigo, Trent Reznor, declarou que já se afastou dele há vinte e cinco anos: “sempre foi PÉSSIMO caráter”, disparou). Porque, sim, ele teve e continua tendo sua importância MUSICAL dentro do rock mundial – é preciso saber SEPARAR o criador da grande arte (seja qual for ela), da obra criada por ele. E isso já tem a ver com o chamado “cancelamento”, termo muito em moda nesses tempos de hoje. Vale a pena CANCELAR uma obra artística espetacular (seja um disco, um filme, um livro ou uma escultura ou pintura) a partir do momento que se descobre que o autor dela enlouqueceu e se tornou um ser humano escroto e que comete atitudes deploráveis e totalmente reprováveis? Bien, tema para looooongo debate. Que o autor deste blog prefere explorar melhor no episódio desta semana do nosso podcast zapper, logo aí embaixo.

Mas por hora: rip, Marilyn Manson. Você produziu ótimo rocknroll mas também CAGOU como ser humano. Deverá receber, se tudo for de fato comprovado, a devida punição jurídica e criminal. E por conta disso, se sua obra permanecerá sem sofrer qualquer abalo ou se ela será CANCELADA, só o tempo dirá.

MM AÍ EMBAIXO, PARA VOCÊ RECORDAR, O MEGA HIT “BEAUTIFUL PEOPLE”

PODCAST ZAPPER

Bora ouvir o episódio desta semana, onde analisamos as encrencas em que estão metidos Marilyn Manson e Karol Conká, e que podem levar ao CANCELAMENTO das carreiras de ambos; e também falamos da lindeusa inglesa Arlo Parks e seu sensacional disco de estreia. Escuta aê, sendo que a gravação desta vez está dividida em duas partes, por ser um pouco, hã, longa demais, hihi. E estas linhas zappers agradecem ao meu IRMÃO de coração carioca, o queridíssimo Léo Rocha, pela força no trabalho de edição.

RAPIDINHAS ZAPPERS

***filme já bem resenhado pela crítica e que está causando bastante rebuliço mundo afora, “Malcolm & Mary” já está disponível na NetFlix – entrou hoje na plataforma, na verdade. Boa dica para o seu final de semana de isolamento social. O trailer está aí embaixo.

***e o debate sobre a morte ou não do rocknroll continua rendendo. Desta vez quem publicou texto bacana a respeito (citando inclusive a nossa Zapnroll, ulalá!) foi o brother Marcelo Moreira, em seu bacanudo blog Combate Rock. Que você pode ler aqui: https://combaterock.blogspot.com/2021/02/rock-e-guitarras-sob-ataque-ansiedade.html.

***e sim, o grande lançamento desta sexta-feira foi mesmo o novo álbum de inéditas do já veteraníssimo Foo Fighters. “Medicine At Midinight” é o décimo disco da turma liderada há vinte e cinco anos pelo gente fina Dave Grohl, que um dia foi baterista do inesquecível Nirvana, uma das cinco bandas da vida do autor destas linhas bloggers rockers. Na boa e sendo sincero, ainda não escutamos o disco e assim que o fizermos, iremos emitir nossa modesta opinião sobre ele. Mas o mesmo segue aí embaixo desde já para a audição do nosso sempre dileto leitorado, hihi.

***e outra que está a ponto de ver sua carreira de rapper desmoronar é a curitibana Karol Conká, que anda destilando preconceito e arrogância de sobra em rede nacional, através da sua participação na nova edição do sempre abominável BBB, da rede “Grobo”. Mas isso também é assunto mais esmiuçado em nosso podcast zapper, mais aí em cima. Dá uma “orelhada” nele e confere.

***e por fim: #tbt zapper de quando estivemos (como sempre) passando a virada de ano na montanha mágica de São Thomé Das Letras, no sul de Minas Gerais, lá por 2017. Imagem registrada aos pés da Pirâmide, um dos pontos turísticos mais lindos da cidade e que agora ameaça ser vendida pelo proprietário. Mais uma prova de que o ser humano, definitivamente, se tornou um escroto total e sem apreço algum pela defesa da natureza, do meio ambiente, da ecologia e de tudo aquilo que ainda pode salvar o planeta de seu triste fim. Lamentável.

E CHEGA, NÉAN!

Post já está de bom tamanho, tem podcast etc. Agora o sujeito aqui vai relaxar e tomar uma merecida gin tônica. Sendo que semana que vem estaremos por aqui novamente. Beijos pra galera e se possível, FIQUEM EM CASA NO FINDE!

(enviado por Finatti em 6-2-2021, às 2hs.)

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Oleúde José Ribeiro
Oleúde José Ribeiro
1 ano atrás

Finas, faltou você dizer que o Shame já tocou no Brasi. E esse show aconteceu de verdade, ao contrário daquele que você escreveu na Rolling Stone. Segue o link https://www.youtube.com/watch?v=WttuFvnxi2k

Humberto Finatti
1 ano atrás

Zóia Oleoso, a passagem do Shame por São Paulo foi tão IRRELEVANTE (ainda mais sendo no Balaclava Fest, sendo que a apresentação foi em qual MUQUIFO mesmo? Provavelmente num Breve da vida, que o seu “amigo” LR POBREload ama, hihi), que me esqueci mesmo de citar a gig, preferindo me concentrar mais na análise do disco que a banda acabou de lançar – e que nem é grande coisa, no final das contas.
Mas que bom que você está lendo o blog e se ROENDO de inveja mortal ao ver que ele está bem mais moderno, atual, com podcast etc. Continue a nos prestigiar, assim um dia você cansa de viver em função da minha vida e SE MATA de vez, rsrs.
Adendo: você desenterrar história da Rolling Stone de ONZE anos atrás (e que nem aconteceu), só mostra o quanto você está FOSSILIZADO e retardado mental. Ou seja: sua psicopatia e obsessão por mim é incurável, que tristeza…

Oleúde José Ribeiro
Oleúde José Ribeiro
1 ano atrás

Finas, não sei se a passagem do Shame por SP foi irrelevante, afinal, todas as grandes bandas já tocaram em locais pequenos né? Depois estouraram e começaram a tocar em lugares maiores e tal. Dá uma pesquisada na história do rock que você vai encontrar algumas bandas que já passaram por isso, tipo Beatles e Nirvana, só para citar dois casos. E fazer trocadilho com o nome do site do Lucio Ribeiro chamando de “pobre”….só se ele estivesse recebendo auxilio do governo com o nome do Aldir Blanc né?
Sobre a modernidade do site, recomendo que coloque seu podcast disponível nos muitos agregadores que existem por aí, assim facilita para quem quiser escutar. O seu primeiro post já sumiu da página do blog, coloca de volta lá.
A história da Rolling Stone aconteceu de acordo com o seu livro “Inferno – Escadaria para o”. Eu não li, mas o Barcinski leu e escreveu esse trecho “Outros casos são tragicômicos, como a descrição do vexame que o autor, travado de farinha, deu num voo para Belém, e sua subseqüente demissão da revista “Rolling Stone”, depois de enviar uma crítica de um festival em que avaliava bandas que não haviam tocado no evento.” O Barcinski mentiu?

Humberto Finatti
1 ano atrás

Vamos lá, Oleoso mal cheiroso (até rimou, uia!) e rato (porque é fake) psicopata (porque não sabe viver sua própria vida e quer viver a minha, rsrs): você não leu meu livro, como a senhoura mesma afirma aí na sua mensagem. Se tivesse lido, iria VER e LER que o trecho citado pelo prezado Barça na sua resenha no Uol (e que me fez vender dezenas de exemplares a mais do livro, que aliás esgotou sua primeira edição, algo que agradeço em parte ao Barcinski) NÃO ESTÁ ESCRITO no livro como ELE descreve na sua resenha, sorry.

Que mais… ah, sim, sobre a POBREload: obviamente que me refiro ao blog de Lucianta R., não à vida pessoal dele, que não me interessa e nunca me interessou, se ele é rico ou não, se está casado ou separado (a última info que tive a esse respeito é que ele havia levado uma botinada da sua ex e estava solteiro; como ele também já está VELHO e tem quase a minha idade, periga virar um tiozão solitário com síndrome de Peter Pan, mas isso também é problema dele e não me diz respeito) etc. O blog dele, todos sabem, foi definitivamente pro saco (junto com quase toda a cultura pop atual, na verdade, e a derrocada do blog dele nada mais é do que o reflexo de uma cultura pop que faliu e que ele não soube acompanhar com a leitura correta, mesmo se achando fodão, tendo um ego descomunal etc.), e ninguém mais lê o mesmo, eu mesmo de vez em nunca dou uma espiada pois tenho meu próprio blog pra cuidar, que sei que na sua volta nem está top em audiência (quer dizer, um paspalho como você, sempre que vem bostejar aqui, ajuda na melhora da audiência e lhe sou grato por isso, seu trouxa, rsrs) mas sei que meus amigos estão lendo e isso já me basta.

E sobre o podcast, estou satisfeito em postá-lo apenas dentro do próprio blog zapper. Bobagem ficar disponibilizando em outras plataformas (como o Spotify, onde está o podcast POBREload, e que ninguém escuta mesmo, rsrs), aliás veja só você: seu “ídolo” LOSER, ops, loader, retomou o canal dele no YouTube, em parceria com outro sujeito que estreou contando a trajetória do Foo Fighters. Fui dar uma zoiada apenas de curiosidade, esperando que já haviam MILHÕES de visualizações e fiquei CHOCADO quando vi que o tal vídeo tinha apenas… 80 visualizadas – a Zapnroll, durante o ano em que esteve no YouTube, sempre teve uma média de 500 visualizações ou mais, por programa.

Pois é Oleoso, agora que respondi, vou tomar uma gin tônica gelada enquanto você lê minha resposta e espuma de ódio e inveja. Bijundas!

Adendo: não tive pudor algum em recorrer à Lei Aldir Blanc, fui remunerado por ela como produtor cultural que me tornei e por estar sem renda (a pandemia me causou perda de contratos de shows no SescSP que eram de minha responsabilidade artística e pelos quais eu iria ganhar uma grana que você talvez levasse um ano ou mais pra conseguir), recebi um bom dinheiro e que foi justo, pois pago impostos para que o DESgoverno me socorra, quando eu eventualmente precisar dele. Sem mais.

Oleúde José Ribeiro
Oleúde José Ribeiro
1 ano atrás

Para quem não tem interesse na vida pessoal de alguém até que você está bem informado hein? Se bem que informação nunca foi seu forte, mas enfim.
Acabei de olhar em http://www.popload.com.br e tem postagens de hoje dia 10, dia 9, acho que o site não foi pro saco não.
É uma pena que a audiência zapper ainda não esteja tão bem, até o Alvaro Pereira Jr., jornalista ocupadíssimo com a cobertura da Covid, encontrou um tempinho pra divulgar o blog zapper: https://twitter.com/alvaropereirajr/status/1353057684925288451
Acho que você devia promover mais seu podcast em outras plataformas, você poderia comparar em audiência, por exemplo, com o podcast do Lucio Ribeiro, não é uma boa ideia?
Fico feliz que a audiência de seus vídeos sempre foi alta, eu mesmo assisti várias vezes. Era humor involuntário de primeira qualidade. Aquela entrevista com o Ventania beira o surrealismo! Você perguntando sobre mercado musical pro cara deve ter sido a melhor pergunta/ resposta que eu já vi. Pena você não ter podido continuar.

Humberto Finatti
1 ano atrás

Beleusma Oleoso, valeu por aparecer novamente. Mesmo escrevendo às 8 da matina (!!!), o que demonstra que você vive mesmo em função da minha vida e do blog zapper (se isso não for psicopatia ou obsessão doentia por mim, não sei mais o que pode ser, rsrs), sua presença sempre ajuda a aumentar nossa audiência.
Abs, fake sarnento e mugidor (muuuuuuuuu!), hihi.

Oleúde José Ribeiro
Oleúde José Ribeiro
1 ano atrás

Finas, sabe o que acontece, pessoas que gostam de pagar as contas em dia e fazer uma ou outra extravagância de vez em quando costumam começar a trabalhar logo cedo. Sei que parece um absurdo para você alguém já estar acordado às 8 da manhã, mas é o que a grande maioria que tem a sorte de ter um emprego faz. Mas se você acha melhor receber auxilio do governo e acordar ao meio dia, tá blz.

Humberto Finatti
1 ano atrás

Errou mais uma vez, Oleoso mal cheiroso, rsrs. Trabalho pela madrugada e rendo melhor no silêncio da noite. Portanto e como tenho meu aluguel pago por ser conselheiro e diretor editorial de uma Ong, além de fazer meus trampos de curadoria artística pro SescSP e eventualmente pra SecultSP, posso me dar ao luxo de dormir mais tarde e acordar idem, independente de receber ou não auxílio emergencial. Sendo que minhas contas estão todas em dia, felizmente. Mas lamento se você tem que acordar tão cedo para conseguir pagar as suas. Sugestão para a senhora ratazana aumentar seus ganhos: ir dar o cu por meia hora no largo do Arouche. Rende uma boa grana.

Musa Zapper Lover Lidiana
Musa Zapper Lover Lidiana
9 meses atrás

Marilyn Manson de corpete preto e cinta liga! Que visão do infernooooo!!! Confesso que não sou familiarizada com sua música, embora sempre tenha ouvido falar do figura e é por esta razão que não me surpreende a declaração da atriz Evan Rachel Wood que foi estuprada por este vampiro! (Sorry Drácula!) Eu como sobrevivente de estupro, desejo que o Sr. Manson seja esquecido pela indústria musical, e que nunca mais consiga gravar nada! Radicalismo? Cancelamento? Experimenta fazer sexo forçado com uma pessoa que você achava que te amava, que cuidaria de você, aí a gente conversa sobre isto…