Baú da Dynamite: Borderlinerz

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BORDERLINERZ Simples e muito bom
Por Humberto Finatti

O badalado Outs ficou pequeno no começo de fevereiro, durante a volta do carismático quarteto Borderlinerz aos palcos da cidade. O quarteto comandado pelo vocalista e guitarrista Zeh, continua fazendo uma das melhores perfomances ao vivo da cena alternativa. Como se não bastasse, o grupo está com nova formação (além de Zeh, também estão no grupo o guitarrista Fil Jota, o baixista Carlos H. e o já célebre batera Jeff Molina, que destrói na percussão do também ótimo Daniel Belleza & Os Corações em Fúria) e novo disco, “O Simples é Complexo”, lançado no final de 2005.

O que mudou na banda entre o primeiro álbum (“Elvis”, lançado em 2003) e o novo trabalho? Algumas coisas. Sim, as guitarras aceleradas continuam ditando o compasso das melodias, assim como os eflúvios do glam/punk setentista. Mas a língua na qual as letras são escritas, por exemplo, mudou. Zeh deixou o inglês algo precário do primeiro CD de lado e passou a cantar em bom português. “É claro que a questão mercadológica conta, cantar em português torna mais fácil você conseguir mercado”, reflete o vocalista em bate-papo com a Dynamite.

(O texto completo desta matéria você pode ler na versão impressa da Revista Dynamite nº 89)

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