Com o Brasil ARRUINADO pela pandemia, redes sociais como o Facebook aderem ao fascismo de extrema direita e promovem bloqueios em série em contas de usuários que publicam postagens críticas ao PIOR governo já visto na história do país

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A democracia e a liberdade de expressão mundial em perigo: a maior rede social do planeta, o Facebook (acima), determina que a plataforma deve privilegiar postagens ideológica e politicamente mais à direita; enquanto isso o rock ainda transgressivo sobrevive como pode, através da ótima estreia em disco do quarteto pós punk britânico Dry Cleaning (abaixo)

Um post com menos cultura pop e com um viés bem mais político.

É o que você, dileto leitor zapper, irá (talvez infelizmente) encontrar ao ler o conteúdo que se inicia agora, nesta nova postagem da plataforma multimídia (texto, imagens, vídeos e PODCAST) Zapnroll. Realmente e (novamente) infelizmente não há escapatória quanto a essa inclinação editorial neste momento dramático pelo qual o Brasil todo está passando. Não é apenas a cultura como um todo que está sofrendo horrores, que está em plena ruína. Não é falta de assunto ou de vontade para falar de cultura pop, de bons lançamentos em discos, filmes, livros, de bons novos nomes da música (e do rock, em particular) aqui e lá fora. Com o país atravessando o pior e mais dramático momento de toda a sua história, com a junção ultra perversa de uma pandemia mortal ao PIOR, mais irresponsável, inútil, incompetente e TORPE (como político e também como ser humano) presidente já eleito em toda a história brasileira, fica realmente impossível estas linhas bloggers ignorar tudo isso, como se absolutamente NADA estivesse acontecendo neste tristíssimo bananão tropical ARRASADO pelo vírus e pelo VERME que ora ocupa o Palácio Do Planalto. A “gripezinha” de Jair Messias (da MORTE de parte do povo brasileiro) está matando inacreditáveis 4 MIL PESSOAS por dia no país. Nesse ritmo gigantesco de uma carnificina sanitária jamais vista e sem fim à vista em um futuro imediato, o Brasil chegará à formidável marca de MEIO MILHÃO de MORTOS até o final de maio. São números impressionantes e que colocam a nação brasileira como o epicentro mundial da pandemia neste momento. São números grotescos e que DEPRIMEM qualquer ser humano com um mínimo de sensibilidade e empatia pelo próximo. Só não deprimem o GENOCIDA e PSICOPATA (que foi assim classificado, com todas as letras e exemplos, pela psicóloga Marta Suplicy, durante entrevista na última edição do programa “Manhattan Connection”, exibido semana passada pela tv Cultura) que foi eleito presidente do Brasil por 57 milhões de votos – muitos destes eleitores, com certeza, se enxergam nele, se espelham nele, pensam como ele, agem como ele, possuem os mesmos preconceitos e defeitos de caráter que ele possui e, por fim, provavelmente sofrem da mesma psicopatia. Por tudo isso enfim, está cada vez mais difícil neste momento tentar construir uma postagem aqui, no blog, que privilegie a cultura pop que todos nós amamos, e que ignore todo o restante do cenário dantesco que sufoca o país e o povo brasileiro. Ainda mais quando nos damos conta de que a rede social mais importante do mundo (o Facebook) parece cada vez mais aderente (ao menos em sua versão brasileira) ao viés ideológico fascista e de direita, bloqueando em série postagens e perfis (como o do autor destas linhas bloggers) de quem se opõe ao atual DESgoverno CATASTRÓFICO nacional, e que tenta utilizar a rede social para se manifestar veementemente contra esse DESgoverno. E também não dá para fugir de tamanha dramaticidade e terror quando nos damos conta de que gente que deveria ter o pensamento mais humano e progressista (por amar cultura e rocknroll) possível, pelo contrário, votou no Messias e segue defendendo-o de maneira cega, fanática e irracional. Tudo isso é muito pesado, desolador e sufocante. Mas, mesmo assim, ainda vamos tentar falar de alguma coisa bacana novamente neste post – como a ótima estreia em disco cheio da nova sensação do rock inglês, o quarteto pós punk Dry Cleaning, sobre o qual já comentamos em nossa última postagem. Então que tenhamos forças para resistir e seguir em frente, com Zapnroll convidando você para ler o que temos a dizer a partir de agora.

CADA VEZ MAIS FASCISTA E INCLINADO À DIREITA, O FACEBOOK BRASIL BLOQUEIA POSTAGENS E PERFIS DE USUÁRIOS QUE SE OPÕEM E DENUNCIAM O HORROR DO DESGOVERNO BOLSONARO

O tópico principal deste post zapper, um blog que há quase duas décadas em suas múltiplas plataformas atuais (blog com texto, podcast e canal no YouTube) sempre deteve um olhar mais atento sobre cultura pop (mas nunca deixando de lado também temas comportamentais, sociais e políticos relevantes), foge um pouco do que você está acostumado a ler aqui. E trata de um perigo REAL e IMEDIATO que está avançando sobre um mundo cada vez mais virtual e conectado: a forte inclinação ideológica e política à direita que o Facebook, a maior rede social do planeta (com mais de dois bilhões de usuários) está adotando em sua plataforma, e isso em todos os países onde atua. No Brasil, especialmente, a situação se agrava cada vez mais. Não é brincadeira: o autor deste blog sofreu três bloqueios em série de seu perfil apenas este ano. Como cada bloqueio dura 30 dias (em média) são, APENAS ESTE ANO, 90 dias de bloqueio no perfil zapper na parte brasileira da rede social. E sendo que estamos ainda em abril!

O FaceTruque Brasil já vem demonstrando estar cada vez mais conservador, reacionário, quase FASCISTA e inclinado à direita política há tempos, embora sempre tentando disfarçar (ou mitigar) essa inclinação ideológica e política sob um falso manto de imparcialidade e de respeito máximo à liberdade de expressão. Com a ascensão da extrema direita ao Poder no país (através da eleição para presidente do Messias da MORTE do povo brasileiro), há dois anos, o FB parece ter perdido o pudor em se mostrar reacionário e conservador de direita, escancarando seu pendor ditatorial, autoritário e CENSOR nas postagens e comentários referentes às mesmas. E não se trata apenas do bloqueio triplo sofrido por este jornalista apenas em 2021: vários amigos deste blog (como o ex-radialista Didier Jr.) também estão sofrendo restrições seguidas em suas contas. E o produtor cultural e dj André Pomba (nosso amado e eterno “editador” do portal Dynamite) informou ao blog que um amigo dele já teve nada menos do que OITO CONTAS bloqueadas pelo Face brasileiro.

Ao que parece, essa orientação para que o Facebook se incline cada vez mais à direita (ideológica e politicamente falando) está partindo diretamente do poderoso boss e fundador da empresa, o americano Mark Zuckerberg, que criou a rede social em 2004. Segundo a deputada federal Erika Kokay (do PT do Distrito Federal) tuitou esta semana, o prestigioso diário americano The Wall Street Journal denunciou em extensa reportagem que Zuckerberg está mesmo orientando a rede social que comanda há mais de década e meia a favorecer a direita mundial, além de prejudicar grupos, perfis e iniciativas de esquerda. Em seu tuíte a deputada comentou: “aí está o Dilema das Redes [em alusão ao título do documentário que mostra como o Faceook chegou aonde está nesse momento: a rede social mais influente sobre a face da Terra], a AMEAÇA REAL às DEMOCRACIAS ao redor do mundo”.

Não há exagero algum na afirmação da parlamentar petista. Se até há alguns anos o Face brasileiro era muito mais flexível, liberal e tolerante em relação às postagens (tanto em relação aos textos quanto as imagens contidas nessas postagens) feitas pelos usuários, de dois anos para cá a rede se tornou muito mais censora e autoritária quanto ao conteúdo das publicações. Sim, existe o famoso manual com os chamados “padrões da Comunidade” do FB, que estão lá para serem consultados publicamente por qualquer um que possua conta na rede social. Esses padrões definem o que pode e o que não pode ser publicado no Face. No entanto (sempre há um “no entanto”…) o método de como essa AVALIAÇÃO do que pode ou não pode ser postado é feita permanece um mistério gigante e insondável. Assim como as EQUIPES de profissionais que avaliam essas postagens também são sigilosas e o FB não disponibiliza nenhuma informação sobre as mesmas e quais são os critérios que norteiam seu trabalho de avaliação das postagens. Fica sempre a indubitável dúvida: essas avaliações não possuem um alto risco de serem muito subjetivas, pessoais? Afinal, o que pode parecer uma violação dos tais “padrões da Comunidade” para um avaliador, talvez não seja para um outro.

Mark Zuckerberg (acima), o criador e poderoso boss do Facebook, já deu a ordem para a rede social no mundo todo: privilegiar mais conteúdos politicamente à direita e EVITAR postagens e publicações de cunho esquerdista; atitude que se torna uma grave ameaça à liberdade de expressão e a democracia no mundo todo, como mostra reportagem do diário americano The Wall Street Journal, e comentada em tuíte pela deputada federal brasileira Erika Kokay (abaixo)

No final das contas, quem está sofrendo censura e uma espécie de MORDAÇA em suas postagens e opiniões, é apenas UM dos lados da história. E isso, como bem frisou Erika Kokay, é tremendamente PERIGOSO para a democracia não apenas no Brasil mas no mundo todo, quando nos damos conta do poder midiático e de influência social e política que o Facebook possui nos dias atuais. Curioso é que os bloqueios sofridos por Zapnroll em sua conta, foram justificados absurdamente como “remoção de postagens que incitam discurso de ódio”, quando na verdade os posts apenas denunciavam e atacavam o que todos nós sabemos: que o Brasil está sendo arruinado por um presidente fascista, irresponsável, inútil, incompetente, reacionário ao extremo, CRIMINOSO e GENOCIDA. Curioso é que a mesma rede social que remove postagens e bloqueia perfis por enxergar “discurso de ódio” onde não existe, permite que perfis de usuários de extrema direita estampem imagens com esse pessoal segurando armas (pistolas, rifles, fuzis) e fazendo pontaria com as mesmas.

Vai mal, muito mal o Facebook, no mundo e em especial nesse triste Brasil arruinado pela pandemia e pelo PIOR governo já eleito para comandar o país, em toda nossa história. A continuar assim talvez seja melhor deixar de vez a rede social reaça e fascista. Ao menos aqui, no nosso blog, mandamos nós.

***Para conhecer melhor a história da criação do Facebook: o filme “A rede social”, dirigido pelo genial David Fincher e lançado em 2010, mostra como o FB foi criado pelo judeu Mark Zuckerberg – e como ele tentou PASSAR A PERNA no brasileiro Eduardo Saverin (que foi o co-fundador da plataforma) tentando tirá-lo da sociedade quando o FB começou a render milhões de dólares aos seus criadores. O longa pode ser encontrado na web, em plataformas de streaming de filmes.

***Sobre como as redes sociais estão influindo no mundo atual, em termos sociais, políticos e na vida dos usuários: o documentário “O dilema das redes” debate todas estas questões e mostra o quão nociva pode ser a influência das redes sociais na vida dos que as utilizam com frequência. Está disponível na NetFlix.

VÍDEOS POLÍTICOS DESTE POST – OS TRAÇOS DE PSICOPATIA DO PRESIDENTE GENOCIDA E O “CUSTO BOLSONARO”

E MAIS UM MONSTRO ASSASSINO, COVARDE E PSICOPATA “FECHADO” COM O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Era previsível. Esse é mesmo o tipo ASQUEROSO e ESCROTO de gente que se elegeu na cola do PSICOPATA e GENOCIDA que está ASSASSINANDO EM MASSA parte do povo brasileiro, com a providencial ajuda da pandemia. Gente realmente MONSTRUOSA como ser humano. E que foi eleita por 57 milhões de MONSTROS iguais, que quiseram jogar o Brasil nessa BARBÁRIE civilizacional.

Palmas para todos esses cúmplices de GENOCÍDIO. Fiquem tranquilos: milhares ainda irão morrer – inclusive parte de vocês, que

apertaram 17 na eleição presidencial de 2018.

Ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha

O DRY CLEANING VEIO PARA FICAR

Por Ítalo Morelli Júnior, especial para Zapnroll

O blog zapper volta a falar (ou a escrever) sobre um dos lançamentos mais esperados da temporada no rock inglês e mundial – ou no que resta desse rock. O quarteto Dry Cleaning, já destacado em nosso último post, agora tem seu álbum de estreia, “New Long Leg”, resenhado aí embaixo pelo sempre fofo e querido Ítalo Morelli, expert em cinema e em cultura pop em geral, e que expõe suas (sempre bem argumentadas) opiniões no blog “O que tem na nossa estante”. A pedido destas linhas rockers, Ítalo diz o que achou da estreia em disco completo do quarteto de Londres que ressuscitou com força e carisma o pós punk inglês dos anos 80.

XXX

É curioso que em plena pandemia deste 2021 e em meio a eterna discussão sobre se o rock “morreu” ou não, os britânicos do Dry Cleaning surjam com o mesmo hype que o Strokes teve lá atrás, há exatos 20 anos, guardadas as devidas proporções e considerando o abismo cultural entre as épocas.

Os Strokes continuam no jogo e lançaram um elogiado álbum em 2020 após várias tentativas não muito bem sucedidas. Discretamente, o Dry Cleaning parece erguer a coroa de banda do momento, ainda que não lhe caia sobre os ombros a responsabilidade de puxar a fila de uma nova Era do rock. Se essa Era vier, será mais do que bem vinda, mas não parece ser o caso.

Também é curiosa a mistura de elementos que compõe o som do grupo: o ainda influente pós-punk com uma vocalista que narra suas extensas letras, no melhor estilo spoken word. Sim, a década de 1980 ainda dá as cartas e seu estigma de “a década perdida” já virou piada depois de atravessarmos a décadas de 10 e 20 do século XXI à caça de novidades e nos encantarmos com promessas que não se cumpriram ou que pouco duraram. Os saudosos do movimento grunge e que ainda lamentam o fim abrupto do Nirvana já desistiram faz tempo de encontrar um novo herói do rock – Kurt Cobain foi o último e não há mais o que discutir. O seu impacto na cultura pop é eterno.

Dry Cleaning sai na frente como a novidade mais interessante a ganhar um merecido boca a boca nas redes sociais. O hype é verdadeiro. Produzidos por John Parish, parceiro constante da musa PJ Harvey, e lançado pela lendária gravadora 4AD, New Long Leg é o álbum de estreia da banda e mais parece um best of, tamanha a qualidade de suas composições. É tudo muito bem gravado e mixado, as guitarras são altas, o baixo é poderoso e até o brilho dos pratos da bateria ganha destaque. Precedido por dois ótimos EPs, “New Long Leg” chega como forte candidato a melhor álbum de 2021, provando a relevância que o rock ainda possui.

A vocalista Florence Shaw é professora universitária formada, e suas letras falam sobre todo e qualquer assunto do seu cotidiano, sempre com um olhar crítico que passeia sobre o tédio tipicamente londrino e se estende até posições sócio-políticas – tudo pincelado com um humor ácido que desarma qualquer acusação de devaneios aleatórios. Florence sabe do que está falando e sua voz é um excelente instrumento de comunicação, rendendo comparações a ninguém menos que Laurie Anderson [nota do blog: artista multímida e multi performática americana, que teve grande destaque nos anos 80 e que é viúva do gigante Lou Reed, pois foi sua derradeira companheira], dona do clássico hit “The Superman”. Uma colaboração entre as duas seria nosso sonho? Quem sabe…

O álbum de estreia do quarteto pós punk inglês Dry Cleaning: acredite no hype!

O primeiro single oficial, “Scratchcard Lanyard”, foi lançado ano passado e foi muito bem recebido pela crítica, e nem mesmo a espera de seis meses para o lançamento do álbum os prejudicou. Outras faixas como “Unsmart Lady”, “Strong Feeling” e “Her Hippo” repercutiram bem nos serviços de streaming e devem fazer a alegria dos fãs nos futuros shows.

O Dry Cleaning usa ingredientes já conhecidos, mas os dosa muito bem e se firma como uma boa surpresa em meio a atual inanição musical. Podiam ter se perdido em meio a fórmulas, vícios musicais ou pela própria inexperiência, porém o que vemos é uma banda pronta, ainda longe de serem artistas definitivos mas com estilo suficiente para serem notados. Sendo que eles ainda têm pela frente dois importantes desafios: a primeira apresentação em um grande festival e o temido segundo álbum após uma estreia bem sucedida. A julgar pelo que foi servido até agora, o Dry Cleaning veio pra ficar.

Nota: 9/10

(Ítalo Morelli Júnior é crítico de cultura pop, especialmente em cinema e música, e seus textos podem ser lidos no site-blog “O que tem na nossa estante”, e que pode ser acessado em https://www.oquetemnanossaestante.com.br/.

Nova edição do nosso podcast (e que já está no ar também no YouTube), falando essencialmente de como está a situação social, política e econômica do Brasil nesse momento. Boa audição!

O BLOG ZAPPER INDICA

***Disco: a estreia do quarteto pós punk inglês Dry Cleaning, com o álbum “New Long Leg”, que você pode escutar na íntegra aí embaixo.

***Projeto “Álbum” do Sesc ganha versão online: já está no site do Sesc a versão online que celebra uma década de existência do projeto “Álbum”, desenvolvido pela área musical da unidade Belenzinho do circuito Sesc da capital paulista. Com curadoria de Sandro Saraiva, Glauce Passelli e Maria Eduarda Kalil, o projeto sempre teve como objetivo levar ao palco do Sesc Belenzinho artistas expressivos da música brasileira para que estes fizessem shows executando na íntegra um disco clássico de sua trajetória artística. Com o advento da pandemia e a impossibilidade momentânea da realização de apresentações musicais ao vivo, o Sesc resolveu comemorar os 10 anos de existência do projeto editando uma caprichada versão online do mesmo. Assim quem for no site da entidade vai poder ouvir, ler e conhecer sobre 12 discos essenciais (mas não tão conhecidos do grande público) da música nacional, abarcando diversas tendências sonoras. E com muita satisfação, honra e orgulho Zapnroll participou da bacaníssima versão online do “Álbum” escrevendo sobre o clássico disco “Fairy Tales”, obra-prima do rock eletrônico alternativo brasileiro (um LP cultuado até hoje, inclusive no circuito europeu de música eletrônica), lançado pelo grupo santista Harry em 1988. A edição gráfica e de arte dos textos ficou sensacional e quem se interessar em conhecer os discos selecionados para o “Álbum” online do Sesc, é só ir aqui: https://www.sescsp.org.br/online/artigo/15216_ALBUM+10+ANOS+DISCOS+PARA+CONHECER?fbclid=IwAR0fnkSOOW5MkMjg5CFo4XkY-R_U_-ZEu4Q65hFvrslFcP9jbw_94eTS3Rw, ou aqui: https://indd.adobe.com/view/e4af50c2-c346-4247-b75f-cf57af3330d5.

FINAL DE TRANSMISSÃO

Esperando que você, que leu até aqui e também escutou nosso podcast, tenha gostado do conteúdo (e se gostou dê seu like e ajude a divulgar o post, compartilhando-o em suas redes sociais), Zapnroll deixa seu abraço afetuoso e agradece a audiência. Até o próximo post!

(enviado por Finatti em 16-4-2021, às 23:30hs.)

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Zé do Arroto
Zé do Arroto
1 ano atrás

to com mais de 10 mil perfis bloqueados no Facebook. No momento me encontro bloqueado por 30 dias. Xinguei o pai do Bolsonaro de viado corno manso. Mas tenho um único perfil pessoal desde 2012 quando entrei na rede. #ForaNazistaMiserável

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