Em post especial sobre duas mulheres PODEROSAS e EMPODERADAS, o blog zapper fala do novo (e ótimo) álbum da cantora Lorde, e mostra sua nova musa rocker (uhú): a ativista feminista e lindeusa mineira Lidiana, que fala tudo o que é necessário ser lido e ouvido pela atual “macharia” tóxica do Brasil BOÇAL Naro

Confira também esta matéria em áudio!

Em um mundo e em uma sociedade global infelizmente cada vez mais contaminada por machismo estrutural e perversa masculinidade tóxica, o blog zapper se posiciona cada vez mais ao lado das MULHERES; por isso mesmo destaca neste post o novo álbum da cantora neozelandesa Lorde (acima), além de dar voz à nossa nova musa rocker, a inteligentíssima e gatíssima pedagoga e ativista feminista mineira Lidiana (abaixo)

Nesses tempos mega sombrios, é preciso SIM falar sobre empoderamento feminino, sobre ativismo feminista e sobre a cada vez mais horrenda e disseminada masculinidade ULTRA tóxica.

Por isso mesmo esta edição do blog zapper mais uma vez traz em destaque duas mulheres que têm muito a nos dizer sobre vários temas que interessam a todos (as) os (as) leitores (as) deste espaço virtual na blogosfera brazuca de cultura pop e de (ainda) rock alternativo. Uma é a ainda muito jovem cantora neozelandesa Lorde, que lançou na semana passada seu terceiro álbum de estúdio e que, provavelmente, é seu melhor e mais maduro registro musical até o momento. A outra, também ainda uma jovem mulher, é a pedagoga mineira Lidiana Corrêa, que aceitou o convite do autor do blog para ser a musa rocker desta edição. E a convidamos porque Lidi, com sua vastíssima cultura e inteligência, não é apenas pedagoga de formação: ideológica e politicamente de esquerda, com o pensamento humanitário ultra progressista e ativista feminista, ela dá uma verdadeira aula de desconstrução em sua entrevista (em texto e em áudio, através do nosso PODCAST zapper, incluso nesta nossa plataforma multimídia), falando de seu ativismo feminista e de por que é URGENTE que os homens deste atualmente horrível Brasil BOÇAL Naro deixem de ser o que são, infelizmente com cada vez mais LIBERDADE perante uma sociedade que se tornou abruptamente reacionária e conservadora: machos agressivos, grosseiros, vulgares, ignorantes, violentos e MACHISTAS ao máximo com as mulheres. Uma masculinidade mega TÓXICA que, de resto, não causa surpresa alguma como bem observa a nossa própria musa deste post. Afinal o quê esperar da população masculina de um país que elegeu um fascista e machista e misógino boçal e horrendo como Jair Bolsonaro, para ser o presidente da nação? Quem votou nessa inacreditável ABERRAÇÃO humana e política sabia e sabe muito bem o que ele sempre foi e continua sendo. Se enxerga nele, se sente REPRESENTADO por ele e por seu comportamento ASQUEROSO e ABOMINÁVEL. Por tudo isso estamos dando voz e espaço a Lidiana (que, por ser a mulher tão espetacular que é em todos os sentidos, encantou os olhos e o coração deste já velho jornalista a ponto de ele a pedir em NAMORO, pedido que felizmente foi aceito, eba!) pois Zapnroll, que anos atrás por certo já teve atitudes e escreveu textos de viés machista (quem nunca…), hoje JAMAIS faria isso novamente. Hoje nosso comprometimento absoluto e total é de APOIO IRRESTRITO às mulheres e a causa feminista pois o mundo vive realmente dias muito cinzas, muito sombrios. E não apenas aqui, neste bananão tropical: basta lembrar que o grupo terrorista e fundamentalista religioso de extrema direita Talibã acaba de tomar o Poder novamente no miserável Afeganistão, após ter sido contido ao longo de duas décadas pelas forças militares americanas que estavam no país e que agora estão se retirando de lá, por decisão do presidente Joe Biden. Com essa retirada o fundamentalismo de pensamento MEDIEVAL talibã (que proíbe mulheres de trabalhar, de saírem sozinhas nas ruas e até de ESTUDAR) entrou em cena novamente e chocou o mundo com sua violência, ignorância e sectarismo religioso (na leitura radical e completamente distorcida que o grupo faz do Corão, o livro sagrado dos muçulmanos). Um regime político, enfim, que trará mais sofrimento justamente às mulheres afegãs. Então é preciso se insurgir contra tudo isso, contra a discriminação, a opressão e os ABUSOS que as mulheres no mundo inteiro sofrem há séculos – afinal e infelizmente quase todas as sociedades, das orientais às ocidentais, foram geradas dentro de um sórdido e hoje completamente anacrônico sistema familiar patriarcal. Então este blog reitera: em um momento tão crucial na luta pelos direitos femininos, estaremos sempre inefavelmente ao lado DELAS. E sempre daremos espaço para uma mulher incrível como a mineira Lidiana. E também para a jovem cantora Lorde, que com apenas vinte e três anos de idade lança um discaço eivado de bucólicas e belíssimas canções, onde ela dá um recado a esse mundo totalmente hostil em que todos nós vivemos: precisamos sim e com urgência, de LEVEZA e TRANQUILIDADE em nossas vidas. Precisamos sim, mais do que nunca, que sejamos BONS uns para os outros. E precisamos SIM cuidar MUITO BEM de nossas AMADAS mulheres, dando a elas todo o carinho, afeto, ternura, amizade, companheirismo, amor e RESPEITO que todas elas merecem. Bora então ler sobre o álbum da Lorde e também conhecer melhor a lindeusa mineira que é a musa rocker Lidiana!

O “PODER SOLAR” DA NEOZELANDESA LORDE NOS REMETE AO ROCK CAMPESTRE E HIPPIE DOS ANOS 70, NOS ENCANTA E DÁ SEU RECADO AO OUVINTE: O MUNDO PRECISA DE MAIS AMOR E TRANQUILIDADE

Quando estreou na música pop mundial em 2013, com apenas dezessete anos de idade, a cantora neozelandesa Lorde (cujo nome de batismo é Ella Marija Lani Yelich-O’Connor) causou espanto pela sua pouca idade e pela qualidade musical e artística que demonstrou em “Pure Heroine”. Puxado pelo hit planetário “Royals”, o disco enfeixava uma série de canções com bases eletrônicas e melodias com ambiências sombrias, e onde a jovem cantava sobre as inexoráveis dúvidas, medos, angústias e questionamentos que perpassam adolescentes da idade que ela então possuía. O CD se tornou sucesso de crítica e de público e os fãs surgiram aos milhões, mundo afora. Veio o segundo trabalho de estúdio (“Melodrama”, editado em 2017), mais ou menos ainda na mesma pegada. Veio a pandemia de Covid em 2020 e eis que agora, aos vinte e quatro anos de idade e diante de um mundo ainda pandêmico, a ainda muito jovem Lorde novamente surpreende a música pop ao lançar seu novo álbum, o terceiro de sua curta trajetória. E em “Solar Power” (que chegou às plataformas musicais digitais e às lojas de discos do mundo todo na semana passada) a garota dá uma guinada surpreendente em sua construção musical: abandonando quase que totalmente as bases eletrônicas e as melodias algo sombrias, Lorde incorporou docilidade, bucolismo e leveza nas canções de viés power pop que compôs, quase todas construídas com violões dolentes tecendo melodias calmas e tranquilas. É como se ela tivesse viajado em uma máquina do tempo e tivesse aterrissado diretamente na década de 1970, em meio ao rock campestre e hippie da época. E também, por isso mesmo, talvez seja o CD (ou LP) mais maduro da artista, até o momento.

Gravado em estúdios nos Estados Unidos (entre eles, o lendário Electric Lady, em Nova York) e na terra natal da artista (Nova Zelândia), “Solar Power” pode não ser considerado uma “obra-prima” na ainda iniciante trajetória da cantora (as avaliações do disco oscilaram em veículos que importam, como a Rolling Stone americana, o site da NME e o diário inglês The Guardian, entre o mediano e o ótimo), mas é sem dúvida alguma um divisor de águas dentro de seu universo composicional. Responsável pela autoria de todas as faixas do disco (que somam pouco mais de 43 minutos de duração) e contando com a parceria de seu sempre fiel produtor e escudeiro, Jack Antonoff, Lorde recrutou poucos músicos e apenas dois convidados especiais (Clairo e Phoebe Bridges) para construir uma batelada de canções eivadas de bucolismo melódico e de ambiências calmas, quase pastorais. É como se ela quisesse dizer (ou cantar) para o ouvinte: o mundo e a raça humana já estão hostis e turbulentos em excesso; é hora de sermos mais tranquilos e de transmitir mais amor uns aos outros. Faz sentido. Nesse processo ela engendra sim reflexões sobre seu próprio envelhecimento (na idade física), sobre o amadurecimento que a idade adulta nos traz, a saída definitiva da adolescência e, também, preocupações com questões ambientais e climáticas – muitas das reflexões colocadas por Lorde nas músicas do novo trabalho advém das observações feitas por ela durante uma viagem sua ao continente gelado da Antártida. No entanto, tudo é colocado de uma maneira muito doce e leve, quase melancólica às vezes, sendo que ela mesma declarou em entrevista ao inglês Guardian: “Sou uma cantora, não uma ativista ambiental”.

Uma declaração que, de resto, poderá suscitar cobranças de ativistas, que esperam que todo artista com mega visibilidade (como é o caso da neozelandesa, nos dias atuais) se posicione sobre os mais diversos temas fora do âmbito musical. Outros, ainda, poderão questionar o valor artístico de um álbum musical que exala tranquilidade e paz, em um mundo tão conturbado e que vive em sobressalto com questões humanitárias terríveis, como a que estamos vendo nesse momento no Afeganistão, por exemplo. Mas nesse aspecto, há de se pensar o seguinte: Lorde é nativa de uma pequena ilha na Oceania, um dos países mais calmos e de população mais civilizada do planeta. De modos que talvez isso reflita em sua forma de pensar, compor música e de ver o mundo, não se tratando necessariamente de um caso de alienação artística. Por certo, se passasse uma temporada entre refugiados afegãos espalhados pelo mundo nesse momento, a cantora colheria subsídios para compor uma canção a respeito do tema.

Capa do novo álbum da cantora Lorde: mergulho no rock e no folk campestre e psicodélico hippie da década de 1970

Mas não é o caso do terceiro disco dela. E felizmente ele nos traz bastante conforto auditivo. Com faixas bastante equilibradas e parecidas entre si, “Solar Power” flui bem e com músicas que nos remetem diretamente ao rock e ao folk rural, campestre e algo psicodélico dos primeiros anos da década de 1970, algo que pode ser muito bem observado (e escutado) em “The Path”, em “California”, “Stoned at Nail Salon”, “Mood Ring”, na faixa-título (o momento mais animado e realmente up do CD) e na belíssima e tristonha “Oceanic Feeling”, que fecha um álbum bastante agradável (e perfeito para se ouvir tomando um bom vinho, em meio ao bucolismo de uma casa encravada em alguma região rural) e, vamos repetir, que desvela uma Lorde bastante segura e madura com cantora e compositora.

Ponto positivíssimo para a neozelandesa. A continuar assim, ela ainda irá dar muitas alegrias sonoras aos seus hoje milhões de fãs espalhados pelo mundo.

LORDE AÍ EMBAIXO, COM “SOLAR POWER” PARA AUDIÇÃO COMPLETA

E O PRIMEIRO VÍDEO DE TRABALHO DO DISCO, COM SUA FAIXA-TÍTULO

O TRISTE FIM DO NEGACIONISTA ERIC CLAPTON

Eric Clapton, um dos 5 maiores guitarristas do rock mundial em todos os tempos (os outros quatro, na minha modestíssima opinião, seriam Jimi Hendrix, Jimmi Page, Keith Richards e Pete Townshend), segue na sua inglória CRUZADA NEGACIONISTA em favor da PANDEMIA e CONTRA a VACINA anti Covid e também contra outras medidas sanitárias de prevenção à doença. Acabou de lançar mais uma música (PÉSSIMA por sinal, acabei de ouvir e ver o vídeo da mesma no YouTube)  atacando a vacinação e pedindo “liberdade” (ahahaha) para as pessoas.

Que tristeza ver um sujeito que já foi GIGANTE para a história da música, chegar à velhice dessa forma e com esse pensamento totalmente canhestro: um velhote babaca, quase gagá e senil, além de ser o RACISTA que sempre foi, desde seus anos jovens. Pior é que vai ter muito roqueiro também VELHOTE REAÇA ESTÚPIDO de direita, tentando passar pano pro músico. Clapton, assim, se junta ao time de outros nomes essenciais da história do rock (John Lydon, Van Morrison, Ian Brown, Morrissey) que já foram GRANDES como artistas e em seu comportamento transgressor das normas da sociedade CARETA, mas que já na terceira idade aderiram sem pudor às normas dessa mesma sociedade, à BUNDA MOLICE da mesma e até a um certo pensamento muito conservador, beirando os limites do fascismo.

Seria o caso de CANCELAR a obra do guitar hero? De forma alguma: Clapton gravou discos ESSENCIAIS (musicalmente falando) na discoteca de qualquer fã de rock que se preza. Mas fato é que, como ser humano, ele realmente se tornou um DESASTRE e desceu sem dó a ladeira da ignorância em sua já provecta idade.

MUSA ROCKER DESTA EDIÇÃO: A LINDEUSA MINEIRA LIDIANA CORRÊA!

Nome: Lidiana Corrêa Batista

Idade: 41 anos

Nasceu em: Unaí, MG

Mora em: João Pinheiro, MG

O que estudou: Pedagogia

Três discos da sua vida: “When the Pawn…” (Fiona Apple), “Unknown Pleasures” (Joy Division) e “The Queen is Dead” (The Smiths).

Três artistas (solo ou bandas) da sua vida (nacional ou estrangeiro): Fiona Apple, Joy Division e The Smiths.

Três livros da sua vida: “Misto Quente” (Bukowski), “Morro dos Ventos Uivantes” (Emily Brontë) e “Crime e Castigo” (Dostoiévski).

Três filmes da sua vida: “Pura” (Lisa Langseth) “O Sétimo Selo” (Ingmar Bergman) e “Cisne Negro” (Darren Aronofsky) .

Um autor literário: Charles Bukowski.

Um diretor de cinema: Ingmar Bergman.

Um show inesquecível: Ira!.

Suas opiniões e comentários sobre:

Política – Dá uma dissertação! Meu posicionamento político é de esquerda. Sempre foi. No entanto, quando era mais jovem, não tinha a consciência política que tenho hoje. Eu fui uma das jovens que pôde cursar uma faculdade graças ao PROUNI e cursar um ensino superior na época do FHC era algo impensável, nós simplesmente não tínhamos dinheiro. Eu pude estudar sem trabalhar, mas haviam outras pessoas que se beneficiaram do programa, estudaram comigo, trabalhavam e se formaram comigo. Acredito que esta seja uma das diferenças entre esquerda e direita. Você via políticos felizes em ver que o ensino público estava se tornando cada vez mais acessível. E agora? Virou motivo de chacota para os que governam atualmente, é muito triste e grave! Porque os governantes querem que os jovens não tenham acesso à educação e consequentemente isto aumenta o emburrecimento político, cultural e social, diminui as chances de conseguir um emprego e claro, causa aumento da criminalidade. Entende como a Educação é a base de tudo? Como pedagoga sou suspeita para falar. Lutei e continuo lutando contra este governo. Isto deve acabar ano que vem, torço para que acabe antes! O Brasil não merece este desmonte, as pessoas merecem estudar, trabalhar, comer, ter acesso a cultura, saúde. Nós merecemos voltar a sorrir e não acredito que com um governo de direita ou extrema-direita isto possa ser possível. As pessoas precisam entender que quando elas vão votar, elas não votam somente para si, mas também para seus filhos, sobrinhos, netos, para o contexto que estão inseridas, eu acredito muito nisto.

Cultura e arte – É meu mundo. Não conseguiria viver sem literatura, música, cinema. Eu me lembro da primeira vez que entrei em um museu e tinha uma exposição do Portinari. Por meia hora eu apreciava cada quadro e lembro-me que uma lágrima escorria. Era uma lágrima para cada quadro. Pensava: “se eu morresse agora, morreria feliz.” E tudo que escuto, leio e vejo tem muito a ver com minha personalidade, é como me expresso. Costumo brincar com as pessoas: “quer me conhecer? Escute minhas músicas, assista meus filmes e leia meus livros! Tem muito de mim lá!”. O que me entristece, e aí vou ter que entrar novamente na questão política, é que a nossa cultura foi sucateada com o atual governo. Eles não dão a mínima! Os apoiadores não dão a mínima porque a arte é um meio de fazer com que você reflita sobre seu contexto, sua realidade, e eles não querem isto. Mas a arte também é resistência! E é por isto que considero muito válida qualquer manifestação artistíca que faça as pessoas refletirem sobre tudo o que está acontecendo, seja através da música, da literatura, um quadro, um filme…

Ativismo e feminismo – Conheci o feminismo um pouco depois de ter sido estuprada. Foi ali que me senti acolhida, foi ali que ninguém me julgou e foi ali também que começou minha desconstrução. Todos nascemos machistas porque o machismo é estrutural e negar isto é negar um problema muito sério! Um problema que mata, estupra, espanca, diminui. E nós mulheres nascemos para aceitar que está tudo bem ser assediada, está tudo bem ser traída, está tudo bem esperar que alguém nos resgate. Eu mesma antes de ser estuprada, quando escutava alguma história sobre violência sexual pensava: “que roupa ela estava usando? Com quem ela estava? Que horas isto aconteceu?” Isto é machismo e infelizmente muitas mulheres pensam assim. Agora entro novamente na questão política. Como puderam eleger uma pessoa assumidamente machista que afirma que a mulher deve ganhar menos porque engravida? Como puderam eleger uma pessoa que agrediu fisicamente e verbalmente uma parlamentar e agride também jornalistas mulheres? Como puderam eleger uma pessoa que disse que sua filha foi resultado de uma “fraquejada”? Na minha opinião, quando um político, uma celebridade, alguém conhecido, tem este tipo de atitude, ela está dizendo para a sociedade que está tudo bem ser assim. E não está! O presidente, seus filhos e seguidores criticam tanto o feminismo, mas eles desconhecem as vertentes de um movimento social, e principalmente desconhecem que nós não queremos ser melhores que os homens! Nós queremos ser tratadas com igualdade e respeito. Nós queremos leis mais rígidas que nos protejam de parceiros violentos, nós queremos poder sair nas ruas e usar as roupas que quisermos sem nos sentirmos objetficadas, nós queremos que os nossos corpos não sejam mais importantes que nossos cérebros. Eu sou uma pessoa que sempre está em desconstrução. Entendo que algumas mulheres partem para o feminismo radical porque elas têm as histórias delas e isto deve ser respeitado. Procuro sempre entender o feminismo da mulher negra, da mulher trans porque os problemas que elas enfrentam são completamente diferentes dos meus e isto se chama sororidade. O homem também tem um papel muito importante no feminismo, mas como coadjuvante. Sempre me perguntam qual o papel do homem e respondo: “é na roda com os amigos quando fazem piadas sexistas, são os comentários que escrevem em fotos de amigas, são textos, é dizer não para a indústria pornógrafica.”

Sexo –  Perdi minha virgindade com 20 anos! Tarde, né? Acredito que seja pela educação que tive, então demorei um pouco e como eu disse acima, com o estupro isto ficou um pouco complicado porque o estupro é uma mancha que você carrega para o resto da vida. Como pedagoga, não tem como falar de sexo sem falar de educação sexual! Seria essencial nas escolas para quebrar paradigmas sobre métodos contraceptivos, ISTs, masturbação,  a comunidade LGBTQIA+, falar sobre pedofilia. Afinal de contas, se um jovem de 16, 17 anos se sente preparado para iniciar uma vida sexual com quem quer que seja, ele precisa estar preparado também para o que isto pode acarretar. Aí vou entrar novamente na questão política: dá para esperar alguma coisa de um governo que disse que o adversário criou o tal do “kit gay”? Estamos vivendo um verdadeiro retrocesso em todos os sentidos, às vezes me vejo como uma das aias do livro “O Conto das Aias” da Margaret Attwood. Mas apesar de tudo, encaro o sexo de uma forma muito natural, seja heteressexual ou homossexual. Sou heteressexual, e o sexo para mim tem que ter algo mais, entende? Mas eu jamais julgaria uma mulher porque ela faz sexo casual, este definitivamente não é meu papel e nem é meu direito. Se nós tivéssemos uma educação neste sentido, como já disse, os jovens não precisariam recorrer à indústria pornográfica, que é uma indústria que fatura muito no mundo. E estimula a pedofilia, estupro, machismo, não há nada proveitoso nisto e não estou dizendo isto por puritanismo. São dados! Também gostaria de deixar claro que de maneira alguma sou contrária a fetiches como BDSM, desde que tudo seja consensual está valendo! Eu gostaria de ter tido uma educação sexual quando adolescente, mas naquela época tínhamos Madonna e Titãs cantando “Clitóris”, este era os anos 90 no interior de Minas Gerais.

Drogas – Já experimentei maconha. E foi só. Mas eu vejo esta questão como algo a ser abordado com muita profundidade e  não com um pensamento reducionista, tipo: “não use”! Precisamos entender todas as questões que permeiam o consumo de drogas mais pesadas que maconha porque sabemos que é um problema de saúde pública. Não basta proibir. Não basta a internação compulsória. Onde estão as políticas públicas? Por que isto não é ensinado também nas escolas? As pessoas não vão parar de usar drogas sintéticas porque podem se tornar junkies! Repito: é preciso investir em educação, políticas públicas e principalmente saúde. E infelizmente não espero nenhuma política pública do atual governo. Porque é mais fácil invadir uma favela, metralhar todo mundo e parabenizar os policiais afirmando que “todos ali eram traficantes”. E a gente sabe que os grandes traficantes andam de colarinho branco.

Masculinidade tóxica: é um assunto delicado e complexo. Vejo este tipo de masculinidade (que muito tem se discutido hoje em dia) como uma herança social e cultural. Tudo bem temos a genética que diz: homens nascem com os cromossomos xy e mulher nasce com os cromossomos xx. A gente sabe disso, estudamos isso no ensino fundamental. Mas esta informação genética não é capaz de decidir quais as cores do vestuário masculino o homem prefere ou quais comportamentos sociais você pode desempenhar. Então o que seria a masculinidade tóxica ou frágil? Eu diria que é aquela que te impede de se olhar no espelho e encarar certos “defeitos”, “defeitos” que faz com que você haja de uma forma prejudicial com os outros (especialmente as mulheres) e com você mesmo. Quando pensamos em macho viril, musculoso, isto nos remete à violência e consequentemente isto nos leva novamente à questão do machismo. É aquele homem que precisa “pegar todas as mulheres”, que faz piadas sexistas na roda de amigos, que assedia, que não se permite chorar, procurar ajuda ou expor suas emoções. É uma espécie de abuso de poder! “Eu tenho que assediar, eu tenho que bater, eu tenho que  trair, eu tenho que matar!”. Então, um traço muito forte nessa masculinidade tóxica é: não se queixar, ser homem é se sentar e agir de determinados jeitos, é o que faz muitos homens pensarem que podem nos estuprar e até mesmo matar, não posso ser vaidoso porque isto é “coisa de mulher”, meu pênis deve funcionar sempre, não aceito ser diminuído, questionado, rejeitado, traído é a minha vontade que deve prevalecer, eu tenho a palavra final. Imagine que muitos homens deixam de fazer o exame de próstata por vergonha! Por causa das piadinhas dos amigos e consequentemente isto pode acarretar um câncer e a pessoa morrer em decorrência dos próprios preconceitos. E quando penso nisso, isto também me remete ao tipo de educação que os meninos tiveram e têm. Desde muito cedo é ensinado que meninos não podem brincar de boneca por exemplo,  é uma educação cheia de proibições e de como “deve ser um homem” que nos leva a toda uma dinâmica de violência que já citei. A Rita Von Hunt, do canal “Tempero drag” que eu adoro por sinal, ela diz que o “ideal masculino do país colonial, tá muito mais próximo de um tipo de homem que há muito tempo deixou de existir na Europa. Hoje é muito difícil para um brasileiro pensar por exemplo que um italiano se depile, passe creme, cuide do cabelo, da pele”. Porque todos esses cuidados são tidos como fúteis e estão associados ao universo feminino, para dizer aqui em um português mais coloquial: “é coisa de mulherzinha”. Essa masculinidade é prejudicial para toda a sociedade, tanto para quem a busca quanto para as pessoas à nossa volta. Aí vamos entrar novamente na questão da política, um exemplo de masculinidade tóxica aconteceu com Dilma que sofreu um golpe para dar lugar a um “MITO” viril, que faz questão de afirmar e reafirmar sua masculinidade todo o tempo! E a gente não pode esquecer o significado da palavra “mito”. Todo mito é também uma FARSA, uma mentira. Nós não podemos nos esquecer que este “mito” viril, risível e que beira a sociopatia desmontou o país em apenas dois anos e meio. E novamente volto a citar a maravilhosa Rita: “Ser um homem não viril é um ato revolucionário.” Em outras palavras, desconstruir esta toxicidade é um ato revolucionário.

Como o blog zapper conheceu a musa rocker: fã apaixonada pela literatura do saudoso, inesquecível e genial Charles Bukowski, a Mineira Lidiana fazia parte de um grupo de discussão sobre a obra do escritor, no Facebook e onde também estava o autor destas linhas bloggers. Até que ambos começaram a papear e a se “paquerar”, isso lá por 2016. Desde então foram idas e vindas nessa paquera, com aproximações e momentos de distanciamento. Até que no ano passado, em meio à pandemia, Lidiana retomou o contato com o velho jornalista rocker. Desde então não se separaram mais, foram descobrindo afinidades intelectuais, culturais, políticas e de pensamento imensas, além das que já sabiam ter entre si. Os papos se tornaram diários (por chamadas telefônicas ou de whats app), surgiu um ROMANCE entre ambos e agora a dupla está namorando feliz, em meio ao caos infindável no qual o país se encontra mergulhado há quase 3 anos. Se o namoro vai durar é outra questão, mas ambos querem que dure para sempre, rsrs. E por tudo isso, Lidi foi convidada a ser a musa rocker desta edição do blog. Com toda a justiça e todos os méritos do mundo, podem ter certeza.

E AÍ EMBAIXO, PARA DELEITE DE NOSSO DILETO LEITORADO, A INCRÍVEL SESSÃO DE FOTOS COM A LINDA MUSA ROCKER LIDIANA, UM DESLUMBRE PARA OS NOSSOS OLHOS!

(fotos: Humberto Finatti

edição final de imagens: Lidiana Corrêa)

]O jornalista zapper rocker e sua musa e lindeusa mineira Lidi: casal de namoridos felizes, e que se conheceu há 5 anos pela paixão mútua pela obra literária de Charles Bukowski

Está no ar aí embaixo mais uma edição do PODCAST Zapper, que mostra algumas faixas do novo álbum da Lorde, além de bater um papo bacaníssimo com a musa rocker deste post, a lindeusa Mineira Lidiana Corrêa. Bora escutar”

GOODBYE, GIGANTE CHARLIE WATTS!

O autor deste blog só sentiu o que sentiu na semana passada quando nosso HOMEM ETERNO no rocknroll, David Bowie, se foi do nosso mundo. E agora todos ficamos tristissimos ao saber que o GIGANTE (gigantes mesmo, como ser humano e como músico) Charlie Watts, o ETERNO baterista dos Rolling Stones também se foi. Ele nos deixou na semana passada.

O blog escreveria um LIVRO aqui sobre o sempre gentil e elegantíssimo Watts, que entrou nos Stones em 1963 para nunca mais sair da banda. Iria falar de como seu kit de bateria sempre foi minimalista, modesto e de como ele, com sua formação jazzística, tocava com uma precisão e elegância (e sem afetação alguma) sem iguais, nos shows dos Rolling Stones. Mas preferimos reproduzir abaixo duas histórias muito SABOROSAS sobre ele e a banda, e que não cansamos de contar (já devemos ter publicado aqui mesmo nestas linhas bloggers textos sobre ambas, anos atrás). A elas:

***janeiro de 1995, a enfim primeira e aguardadíssima (por décadas!) turnê dos Stones pelo Brasil, dentro do festival Hollywood Rock daquele ano – e que acabou se tornando o “festival” dos Stones, a eterna MAIOR E MELHOR BANDA DE ROCKNROLL do mundo. Shows em São Paulo e Rio De Janeiro. Fui na gig de sábado aqui em Sampa, acompanhado da namorada da época, e da queridíssima amiga Mineira, a Cidinha Mariano. Enlouqueci durante o show, claro. Tanto que quando o grupo começou a tocar “Miss You”, numa atitude que durou poucos segundos, ARRIEI MINHAS CALÇAS, a CUECA e dei TAPAS na minha BUNDA, enquanto gritava de satisfação. Mas o mais inusitado mesmo rolou quase no final da apresentação, quando os Stones voltaram para o bis protocolar e Mick Jagger anunciou os integrantes do conjunto. Ao apresentar e dizer o nome do baterista Charlie Watts, o estádio TODO entrou em convulsão, URROU, BATEU OS PÉS e APLAUDIU com fúria o grande e querido Charlie. Ele mesmo não entendeu o motivo daquela reação. E o superstar Mick deve ter se perguntado, naquele momento: “por que ELE e não EU?”. Pois é, rsrs.

O gigante (como músico e como ser humano) Charlie Watts: mais um mestre da história do rock mundial que nos deixa, e sem substituto para o seu legado como baterista

***reza a LENDA (e como já disse o também mega saudoso Tony Wilson, fundador da Factory Records e descobridor do Joy Division: entre a VERDADE e a LENDA, fique com a LENDA, rsrs) que, durante uma das turnês dos Stones pelos EUA, a banda estava tendo um dia de folga. Hospedada em um hotel luxuoso, lá pelas tantas um funcionário do tal hotel bate na porta da suíte de Mick Jagger, para resolver alguma questão burocrática sobre a hospedagem do grupo. Jagger pede ao funcionário: “vá ao quarto do MEU baterista e peça pra ele RESOLVER isso”. Alguns minutos depois alguém bate novamente na porta de Mick lábios de borracha. Ele, já meio irritado, vai atender. E quando abre a porta recebe uma MUQUETA BEM DADA no queixo, DESFERIDA por Charlie Watts, que o ALERTA: “NUNCA MAIS ME CHAME de SEU BATERISTA!”. Ato contínuo Charlie vira as costas e se retira. Pelo que se sabe, depois desse episódio Jagger nunca mais chamou Charlie Watts de “seu” (dele) baterista, ahahahahahaha.

(suspiro…)

O mundo fica bem menos sem graça e mais triste a partir de hoje. E o nosso eternamente AMADO rocknroll, que já anda pra lá de moribundo, fica ainda mais pobre e mais triste, ao perder um de seus nomes ULTRA GIGANTES. Charlie Watts se foi aos 80 anos de idade. Ele estava há algum tempo já fazendo tratamento médico em Londres, sendo que recentemente passou por um procedimento cirúrgico. E pela primeira vez desde 1963 iria ficar de fora de uma turnê das Pedras Rolantes, a continuação da série de shows da “No Filter tour”, prevista para rolar agora em outubro pelos Estados Unidos. Watts iria ser substituído pelo baterista Steve Jordan. Ele é o segundo Stone a nos deixar – o primeiro foi o fundador da banda, Brian Jones, que morreu em 1969.

Finaski e o blog ficaram mega tristes. E vai ouvir Stones pelas próximas noites, tomando talvez algumas doses de vinho, em homenagem ao MESTRE que se foi.

Que sua viagem tenha sido tranquila, Charlie. Até um dia!

END OF TRANSMISSION

O post ficou bacanão e o blog para por aqui nesta edição. E como já avisamos, nova postagem virá em breve, durante mais um intervalo na nossa escrita do livro contando a inesquecível história do clube underground rock paulistano Espaço Retrô, lenda na cena noturna da cidade nas de 1980 e 1990. Com previsão de término da obra em novembro próximo, a partir daí as postagens zappers irão retornar ao seu ritmo normal. Então fica assim: beijos na galera e até o próximo post!

(Enviado por Finatti em 30-8-2021, às 23:30hs.)

56450cookie-checkEm post especial sobre duas mulheres PODEROSAS e EMPODERADAS, o blog zapper fala do novo (e ótimo) álbum da cantora Lorde, e mostra sua nova musa rocker (uhú): a ativista feminista e lindeusa mineira Lidiana, que fala tudo o que é necessário ser lido e ouvido pela atual “macharia” tóxica do Brasil BOÇAL Naro
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Didier Jr
Didier Jr
8 meses atrás

Quanto ao machismo tóxico minha opinião é que ele existe pq tb existe mulheres machistas que apoiam e se beneficiam com esse machismo, mulheres que querem ficar em casa sem produzir nada por preguiça e insegurança, preferindo que o macho alfa se responsabilize principalmente por todas despesas e agem de acordo com o que manda esse machismo pra depois dizer que a OBRIGAÇÃO do homem é arrumar uma casa e sustentar essa casa sem deixar faltar nada, além disso o homem tb é obrigado a ser sexualmente ativo sem nunca ter o direito de ficar cansado e além de tudo isso ainda tem que pagar as compras e carregar o peso por ser portador de testosterona.
Me casei com 53 anos pq demorei muito até conhecer minha maluca paulistana que amo e admiro muito por ser uma mãezona que criou três filhos sozinha e que corre junto comigo na luta por uma sobrevivência digna e não consegue ficar parada esperando resolverem os problemas que também são dela, quero poder faze-la ainda mais feliz e curtir junto com ela tudo que ela deixou de curtir até hoje devido as responsabilidades que ela assumiu sozinha se abdicando de viver os próprios prazeres da vida por amor aos seus filhos que tb ja me apaguei e tenho um carinho super especial por eles, quero recompensa-los pela mãe maravilhosa que eles tem fazendo ela cada dia mais feliz !!

Musa Zapper Lover
Musa Zapper Lover
8 meses atrás

Didier Jr, muito lindo seu relato com sua companheira! Realmente é bastante difícil acreditar que ainda existam mulheres que reproduzem o machismo! É difícil e triste ao mesmo tempo porque não há um companheirismo de fato.
Quanto ao homem ser sexualmente ativo, infelizmente existe esta cobrança e é algo horrível porque homens também têm suas preocupações, problemas e ninguém tem deve se sentir uma “máquina de sexo” o tempo todo. È humanamente impossível!
Felicidades para você e sua família!

Rafael Alberico
Rafael Alberico
8 meses atrás

Tanta enrolação sobre essa tal lorde apenas como pretexto pra apresentar essa Who que te namora..
E, como sempre, exibindo-a como troféu…
Não sei como te deixam escrever nessa página..
Se bem que ninguém se importa também..

Rafael Alberico
Rafael Alberico
8 meses atrás

Não sei como te dão espaço..
Texto ruim, raso, com aquela mesma papagaiada esquerdo-parasítica de sempre, e mais uma musa exibida como troféu do jornalista conquistador..
Muda o disco, cara

Paulinho Fofocanti
Paulinho Fofocanti
8 meses atrás

Fifi! Que saldade minha flor. E essa mina aí? Aplicou vacina na bunda que eu tô ligado. Continua sendo o pior blog do Brasil, enquanto isso Dear Luscious continua saindo com altas gatas e tomando chanpanhe francês q nem água.
Luscious

Paulinho Fofocanti
Paulinho Fofocanti
8 meses atrás

Sabe aqui no céu eu fico comparando a vida do Lusciou com a sua .

Rafael Alberico
Rafael Alberico
8 meses atrás

Finatti, melhor vc relembrar suas histórias e estórias, porque escrever sobre novidades do mundo pop rock não é tua praia..
Seu texto sobre essa tal Lorde está péssimo..
Esse papinho de atmosfera hippie de mulher empoderada…
Deus me livre
E a sua musa Who deve estar morrendo de vergonha..
Simplesmente constrangedor..
E ninguém aguenta mais seu papo de bolso fezes, nazista blá blá blá
Todo mundo aqui te conhece e sabe que vc não tem moral nenhuma pra criticar nem mesmo Bolsonaro e que, se tiver oportunidade, vc adoraria mamar no dinheiro público, igual seus ex amigos do fora do eixo..

Rafael Alberico
Rafael Alberico
8 meses atrás

Consegui nada..
Por favor, me dê dicas de como sobreviver sendo um completo parasita..
Ou me ajude a entrar na folha de pagamentos de alguma ONG..
Me passe teu know-how, Finas

Paulinho Fofocanti
Paulinho Fofocanti
8 meses atrás

Nao sei se vc reparou Finati mas durante a pandemia Dear Luscious usava máscaras de seda chinesa e as fabricantes de vacinas todas mandaram vacina pra casa do Luscious pra ele não se cansar indo até o posto. As enfermeiras q aplicaram nele eram super gostosas e ele cobrou caro pra tomar vacina pq ele pode, pq ele faz propagando pq ele é muito famoso.

Paulinho Fofocanti
Paulinho Fofocanti
8 meses atrás

Fi, aproveita q a Zap está sendo menos lida do que nunca e esclarece algumas dúvidas historicas nossa –

Paulinho Fofocanti
Paulinho Fofocanti
8 meses atrás

Desculpa não poder te ajuda Fi, eu não tenho link pro video. Eu vi quatro vezes sempre na casa de alguém da galerinha que ia direto no Retrô, inclusive a primeira vez q eu vi aquela mina q vc achava q era sua amiga que me mostrou ela tinha o video num disquete pra vc ver como o vídeo é antigo.

Rafael Alberico
Rafael Alberico
8 meses atrás
Rafael Alberico
Rafael Alberico
8 meses atrás

.”

Oleúde José Ribeiro
Oleúde José Ribeiro
8 meses atrás
Rafael Alberico
Rafael Alberico
8 meses atrás

grande…

Gino Socchio
Gino Socchio
7 meses atrás
José Flávio Júnior
José Flávio Júnior
7 meses atrás

Tenha ao menos a decência de aprovar os comentários dos seus desafetos, pra entendermos qual a treta em questão.

Rafael Alberico
Rafael Alberico
7 meses atrás

Fi censurando os comentários..
Que feio!!
Quando teremos mais fotos ousadas da musa rocker?

Rafael Alberico
Rafael Alberico
7 meses atrás

Olha só,.
Recorde de comentários para no seu blog..

Jotalhão
Jotalhão
7 meses atrás

Finas, o que você me diz do Regis Tadeu recebendo jabá do cara da Prevent Senior pra fazer propaganda de mais de 1h do videoclipe da banda dele, que não deve ter mais de 4 minutos?

https://youtu.be/74JxA0etsm4