Entrevista com Impavid Colossus

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A banda fala sobre o álbum de estreia, que foi lançado no dia do rock, veja os detalhes desse trabalho, feito com muita dedicação. Quem concedeu a entrevista foi o guitarrista Marcelo Barchetta, que de forma muita simpática, se mostrou feliz.

Fale o que significa o nome da banda?
Marcelo Barchetta: Significado profundo mesmo não tem. É um nome que a gente viu presente no álbum da banda também brasileira Bullet Bane. Acho que nós sendo brasileiros achamos legal e soa legal pra quem não fala português também. 

Em relação as letras, tem a ver com período conturbado na política brasileira?
MB: As letras do disco são algo mais profundo que isso, tem uma ou outra que aborda política mas não só brasileira, em geral. São letras que falam sobre a existência humana no cotidiano, seus problemas e virtudes, seja uma abordagem mais individual pra dentro de si ou em sociedade. Como o disco foi composto em 2019 não chegamos a pegar o período pandemia, onde tudo piorou numa escala absurda, então não conseguimos abordar nada sobre o momento atual mas se pensar bem essas letras podemos dizer que são atemporais, vale para tudo. É o que a gente passa todo dia. 

Quais as principais influências da banda?
MB: É difícil dizer, cada integrante da banda tem uma base musical mas grupos como Alice In Chains, Strung Out, Sepultura, Bad Religion, Metallica, Soundgarden e muita coisa mais nova faz parte desse repertório de influências. Nós gostamos de muita banda mais nova, estamos sempre antenados tanto na parte musical quanto ao que esses grupos estão usando em suas produções.

Planos pós pandemia?
MB: Primeiro que esse ano ainda tem mais novidade nossa. Depois, poder tocar muito, tanto no Brasil quanto fora. A banda vem ensaiando cirurgicamente há meses. Estamos prontos para quando isso for acontecer. 

Fale sobre o convívio com Nando Machado.
MB: O Nando conhecia dois integrantes da banda, o Enrico e o Felipe. Ele e o Felipe iniciaram uma conversa sobre o Impavid, ele ouviu nosso material e gostou muito. O timing disso casou com a formação do selo Wikimetal Music em que o Nando encabeça e depois de algumas reuniões com ele nós fechamos essa parceria e desde então tudo de bom vem acontecendo. Por experiências antigas sabemos muito bem o que queremos e a expertise do Nando e de todo o pessoal que trabalha com ele na ForMusic está levando a banda a um crescimento muito legal!  

Qual dos músicos trabalhou com Supla? Como foi essa experiência?
MB: O Alexandre, nosso baterista começou a tocar com o Supla desde os tempos de Rancore. Eu e o Alexandre fizemos parte do Rancore. O Ale até hoje quando o Rancore resolve fazer show ou algo do tipo. Eu fiz parte do Rancore de 2005 a 2009. E até hoje o Ale faz parte da banda de apoio do Supla. Quando surge algum trabalho dele ao vivo etc o Ale está lá. Se conhecem faz bastante tempo.

Um recado para o público em relação ao trabalho de vocês.
MB: Eu queria agradecer todo o apoio e as mensagens que a gente recebe todos os dias. Muita gente vem falando que achava que a banda era de fora e, quando descobrem que somos brasileiros, ficam mais empolgados ainda.
Ainda tem surpresa esse ano e em breve nós encontraremos em algum show, vamos fazer de tudo pra entregar um baita show pra todos que estão nos apoiando.

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