Há exatos 15 anos o U2 fazia um SHOWZAÇO em São Paulo, dentro da turnê mundial “Vertigo” – e Zapnroll estava lá!

Confira também esta matéria em áudio!

Fevereiro de 2006: há exatamente 15 anos o quarteto gigante irlandês U2 (acima, durante as gigs da parte brasileira da turnê) voltou ao Brasil para duas noites inesquecíveis em São Paulo, no estádio do Morumbi, durante a turnê mundial “Vertigo”; o grupo mostrou, nos dois shows, a mesma força, encantamento e poder musical dos seus tempos iniciais, na metade dos anos 1980 (abaixo)

Zapnroll reflexiva: o blog voltou mais… careta?

Talvez… e pensamos nisso por alguns motivos, como a volta nesta edição de um dos nossos tópicos de maior repercussão em termos de audiência, o Musa Rocker, que sempre apresentava uma jovem mulher incrível em todos os aspectos para o nosso dileto leitorado. Pois bem, o Musa está de volta logo mais aí embaixo, mostrando novamente imagens belíssimas da gatona (e queridíssima amiga pessoal zapper) Paloma Silva. Que também é destacada em bate papo com Finaski em parte do nosso PODCAST zapper desta mesma edição da plataforma multimídia na qual Zapnroll se transformou. E antes que as patrulhas comportamentais, ideológicas e politicamente corretas venham dizer algo do tipo “lá vem ele novamente OBJETIFICAR o CORPO FEMININO e bla bla blá”, este jornalista pensa justamente o  contrário: em um momento no qual precisamos reafirmar todo nosso compromisso e apoio às mulheres em todos os sentidos e em todas as lutas delas (por igualdade com os homens em todos os aspectos, por respeito, acolhimento e dignidade em relação a elas), um espaço que dá voz e visibilidade às garotas é mais do que bem vindo, ainda mais quando nos lembramos que o Brasil se tornou um antro perverso de machismo tóxico, com o mesmo avançando em larga escala no tecido de uma sociedade cada vez mais conservadora, machista e HIPÓCRITA – parece que a eleição presidencial de 2018 abriu as portas do inferno e libertou do ESGOTO todo o PIOR e mais escroto TIPO de macho, que estava submerso nesse imenso esgoto. Um macho que continua tratando mulheres como se fossem objeto de diversão apenas ou como se fossem sua PROPRIEDADE – não à toa, o Brasil ostenta tristemente alguns dos maiores índices de feminicídio do mundo. Por isso a reflexão nesse texto de abertura deste post: o blog “encaretou”, afinal? A resposta: se ter compromisso com as LUTAS femininas e dar total apoio ao ativismo feminista for “caretice” então, sim, estamos mais, hã, “caretas”. Porque não cabe mais, nos tempos atuais, o blog manter certa postura editorial e utilizar termos e expressões que muito deram certo e fama ao jornalista ainda algo loker, anos atrás. Não é preciso relembrar desses termos aqui pois hoje eles soariam totalmente descompassados e depreciativos em relação ao universo feminino. É uma auto-crítica e um mea culpa que o blog faz nesse momento de coração e com sinceridade, o que não nos torna mais “caretas” ou algo do tipo. Este jornalista já está envelhecendo, vero. Mas sempre manterá o espírito e seu comportamento jovem e libertário na medida do possível, especialmente quando o assunto for democracia, liberdade de expressão, amor à grande cultura e ao grande rocknroll, amor às liberdades individuais, luta contra todo e qualquer tipo de preconceito (de raça, cor, religião, sexo etc.) e, especialmente, de total APOIO a todas as causas que ENGRANDEÇAM o quanto for possível todas as mulheres. Assim, é com essa reflexão que começamos mais um post blogger, convidando a galera a nos ler a partir de agora.

FEVEREIRO DE 2006: HÁ EXATAMENTE UMA DÉCADA E MEIA O GIGANTE IRLANDÊS U2 VOLTAVA AO BRASIL, DENTRO DA TURNÊ MUNDIAL “VERTIGO”, E PROTAGONIZAVA UM DOS MOMENTOS MAIS SENSACIONAIS DA HISTÓRIA DO ROCK EM TERRAS BRAZUCAS – SENDO QUE ZAPNROLL ESTEVE NA GIG, CLARO!

Foi exatamente há quinze anos, em duas noites seguidas (uma segunda e terça-feira) no estádio do Morumbi, na capital paulista. A bordo da turnê mundial batizada “Vertigo” (que por sua vez é o título da música que abre o álbum “How To Dismantle An Atomic Bomb”, lançado em novembro de 2004), o gigante quarteto irlandês U2 veio pela segunda vez ao Brasil – a primeira havia sido em 1998, durante a turnê “PopMart”. Foram apenas duas gigs brasileiras, ambas em São Paulo, nas noites de 20 e 21 de fevereiro. E foram dois shows inesquecíveis por vários motivos: a banda liderada pelo ultra carismático vocalista Bono, estava em grande forma e ainda fazendo a tour de divulgação de um disco muito bom, lançado um ano e meio antes. O palco era verdadeiramente impressionante, com um telão circular gigante e altíssimo, que cobria todo o fundo do mesmo. E o set list da apresentação foi impecável, contemplando todos os grandes momentos do grupo, de clássicos como “The New Year’s Day”, “Sunday Bloody Sunday”, passando por grandes sucessos radiofônicos (como “Miss Sarajevo”) e chegando até a momentos mais desconhecidos do grande público (mas não menos relevantes na trajetória dos irlandeses), como a música “40”, que encerrou uma apresentação que durou pouco mais de duas horas.

O velho Morumbi lotou nas duas noites, recebendo cerca de 70 mil fãs em cada apresentação. Zapnroll, que à época era repórter de música do caderno cultural Fim De Semana, do prestigiado diário paulistano Gazeta Mercantil, conseguiu se credenciar para cobrir a gig e foi na segunda noite, terça-feira. Saiu do estádio emocionado e impactado com o que viu e ouviu. E nunca mais se esqueceu. Por isso mesmo nesse post do blog, fez questão de rememorar a passagem do U2 pelo Brasil naquele fevereiro de 2006, exatamente há quinze anos. Sendo que a banda ainda retornou ao país em mais duas ocasiões (em 2011 e 2017). Agora, com o mundo adormecido sob um ataque pandêmico sem precedentes nos últimos cem anos e com shows de rock impedidos de acontecer e de lotar arenas pelo planeta afora, o U2 segue recolhido. À espera de que, um dia, tudo possa voltar minimamente ao normal e que o grupo possa voltar aos palcos para mostrar a exuberância artística que sempre teve ao vivo.

Página de música do caderno Fim de Semana, do diário paulistano Gazeta Mercantil, edição de 24 de fevereiro de 2006 e que trouxe a resenha do show do U2 no estádio do Morumbi, feita pelo jornalista Humberto Finatti, aliás Zapnroll

Aí embaixo o vídeo, captado a partir da transmissão que a tv Globo fez, ao vivo, da apresentação da primeira noite da turma em Sampa, com ótima qualidade de som e imagem. E em seguida, algumas lembranças zappers e historinhas saborosas de bastidores, daquela noite inesquecível de 21 de fevereiro de 2006. Uma noite que, com certeza absoluta, foi palco de um dos melhores shows internacionais de rock que o público brasileiro presenciou em todos os tempos.

U2 AO VIVO EM SÃO PAULO – ESTÁDIO DO MORUMBI, 20 DE FEVEREIRO DE 2006

MEMÓRIAS ZAPPERS DE QUINZE ANOS ATRÁS: FILET MIGNON NA ÁREA VIP, BEBEDEIRA OCEÂNICA DE WHISKY IRLANDÊS E… UMA SUPOSTA “TUNGADA” NUMA GARRAFA DE JAMESON, QUE QUASE CUSTOU A CABEÇA DO JORNALISTA LOKER, UIA!

***Você VAI no show do U2! – foi um fevereiro totalmente atípico, aquele de 2006. E totalmente rocknroll, no melhor e maior sentido do termo: quando no final do ano anterior anunciou-se que, em um intervalo de apenas dois dias (!!!) duas mega bandas iriam se apresentar em mega shows no Brasil, o povaréu fã de rock por estas plagas esqueceu-se por completo de que estávamos no mês do carnaval. Os velhos e sempre ótimos Rolling Stones tinham show marcado para a praia de Copacabana, no Rio De Janeiro, no sábado, 18 de fevereiro. E iria ser DE GRÁTIS! Não deu outra: cerca de um milhão e meio de pessoas compareceram à gig e curtiram o som de Jagger e cia durante mais de duas horas e sob um calor dantesco (como sempre é no balneário carioca) de 32 graus. O jornalista zapper, que tem a banda no topo da lista dos cinco grupos da sua vida (os outros são The Clash, The Smiths, REM e Nirvana), chegou a cogitar a ir pro Rio, pra ver o show monstro na praia. Mas também começou a pensar na muvuca pavorosa que deveria se formar na hora da apresentação, no calor horrível que iria enfrentar (sendo que é notória a aversão do sujeito aqui por calor e verão), no dinheiro que iria gastar com passagens ida e volta, rango etc, e no fato de que já havia assistido as Pedras Rolantes ao vivo por duas vezes (em 1995 e 1998, ambas em São Paulo mesmo), e achou melhor abortar a missão. Decisão que foi reforçada de vez quando, ao abrir sua caixa de e-mail na quinta-feira, 16 de fevereiro, deu de cara com a mensagem da sua então “chefa” no jornal Gazeta Mercantil, a fofíssima Elaine Bittencourt (dileta amiga zapper até hoje). Editora do caderno cultural Fim De Semana (e onde o autor deste blog então trabalhava como repórter de música). Elaine não se conteve de alegria e enviou a mensagem, com o título efusivo: “Você VAI no show do U2!!!”. Wow! E a alegria, tanto dela quanto minha, tinha sentido total: com os tickets para as duas noites de shows no estádio do Morumbi totalmente ESGOTADOS semanas antes das apresentações e com a assessoria de imprensa da gravadora da banda querendo credenciar o mínimo de veículos possíveis, a “baixinha” Elaine foi esperta o suficiente para entrar em contato com a assessoria de imprensa da rede de supermercados Pão De Açúcar que, além de ser a PATROCINADORA oficial da perna brasileira da turnê mundial do grupo, ainda era uma das principais anunciantes do jornal. Não deu outra: a credencial saiu e lá se foi Finaski todo feliz para ver finalmente o U2 ao vivo, pela primeira (e única, até hoje) vez em sua já longa trajetória como jornalista rocker.

***Um ilustre DESCONHECIDO chamado Franz Ferdinand abre o show para o U2, tocando para um estádio LOTADO e em silêncio ENSURDECEDOR – foi bem por aí. Sempre apoiando bandas novas e bacanas em ascensão, o U2 trouxe junto com ele ao Brasil um então ilustre desconhecido (por aqui) quarteto indie guitar escocês, chamado… Franz Ferdinand. E que foi o responsável pela abertura das gigs dos irlandeses nas duas noites no Morumba. Zapnroll, claro, já conhecia o grupo e achava seu álbum de estreia (homônimo, lançado dois anos antes) bom pra carajo. E acompanhou com total atenção o show dos garotos na pista premium, bem na frente do palco (a credencial conseguida pela Gazeta Mercantil permitia que o sujeito aqui circulasse avonts por todos os cantos do estádio, menos pelos camarins das bandas). A banda se mostrou bastante eficiente ao vivo e deu o máximo de si para ganhar o público que, impaciente, aguardava pelo U2. Assim, a abertura do FF foi bacaníssima mas constrangedora na reposta das 70 mil pessoas que ali estavam: todos em silêncio assustador e que aplaudiram com pouco entusiasmo ao final de cada música tocada pelos escoceses. Foi esse o “batismo” do Franz em terras brasileiras. Anos depois a banda retornou diversas vezes ao Brasil e acabou se tornando um dos grupos mais queridos pelos fãs de indie rock brasileiros.

A credencial zapper, na cobertura do show inesquecível do U2 em São Paulo, em fevereiro de 2006

***Filé mignon, champagne francesa e whisky irlandês na área ultra vip! – a credencial fináttica conseguida pela Gazeta Mercantil permitia que o sujeito circulasse por todas as áreas do estádio do Morumbi (menos no backstage e nos camarins das bandas). Inclusive na área batizada de “Espaço Pão Emotion”, devido ao fato de que a rede de supermercados Pão De Açúcar era a patrocinadora oficial da turnê. O nome dessa área, ultra vip e onde entravam e estavam apenas figurões, convidados e convivas da gravadora do U2 e da patrocinadora dos shows, era verdadeiramente pavoroso de tão brega. Mas quando o blogger zapper entrou lá e descobriu que havia uma tábua de frios de primeira linha em quantidade suficiente para alimentar o estádio todo, “quentinhas” com filé mignon sendo servidas generosamente a quem estava por lá e mais caixas e caixas de champagne francesa Moet Chandon e garrafas e garrafas de whisky irlandês Jameson entortando o cérebro de quem estava ali, o repórter ainda bastante loker naquela época decretou a si mesmo: “só saio daqui quando começarem os shows do Franz e do U2”. E assim foi: enquanto via passar do seu lado gente finíssima como Gilberto Gil (então nosso glorioso Ministro Da Cultura; aliás pense como o Brasil estava política e economicamente em 2006: tendo Lulão na presidência, Gil como Ministro da Cultura, baixíssimas taxas de desemprego e crescimento anual do PIB em torno dos 4%. Já hoje em dia, sob a DESGRAÇA do DESgoverno de vocês sabem quem…), Zapnroll ia “beslicando” frios nobres e lasquinhas de filé mignon. E também, claaaaaro, entortava o cérebro com taças de Chandon e doses de whisky. E quando o escocês FF subiu ao palco o loker já estava inevitavelmente bem mais loker e bêbado.

***A garrafa de whisky irlandês Jameson “tungada” pelo repórter loker, e que quase custou a garganta dele na Gazeta Mercantil – ao final da apresentação do U2 (que foi assistida pelo autor destas linhas rememorativas na frente do palco, na sempre famigerada pista premium e de onde o blogger rocker não arredou o pé durante os 120 minutos da gig dos irlandeses, resistindo heroicamente à tentação de voltar à área vip, para se “reabastecer” de whisky), Zapnroll tinha que voltar ao tal “Pão Emotion”, pois ali a jornalistada iria ser reunida e embarcada em uma van, para ser levada de volta para um local mais próximo do centro de São Paulo. Enquanto esperava para ir embora, o zapper nada bobo viu que DEZENAS de caixas de Jameson FECHADAS (e que haviam SOBRADO da bebedeira louca dos convivas) estavam sendo GUARDADAS por um atendente, atrás de um dos balcões. Não deu outra (afinal, o loker aqui estava mesmo com vários goles a mais na cachola): “Deixa eu levar uma garrafa dessas, não vai fazer diferença alguma”, pediu o zapper beberrão pro garoto. Ele: “cêloko! Perco o trampo se eu fizer isso!”. Ao ver uma garrafa já aberta e que tinha apenas uma ou duas doses a menos de whisky nela, o repórter ABUSADO insistiu: “Deixa eu levar essa aqui, então. Ela já está aberta mesmo…”. O atendente olhou pra um lado e pro outro, se certificando de que NINGUÉM estava presenciando a cena, e disse: “vai, pega saporra logo, esconde a mesma e SOME daqui!”. Não foi preciso pedir duas vezes, hihi. Só que, uma semana após o show e fazendo um ótimo relato sobre a gig aqui mesmo, na antiga versão do blog, o jornalista língua solta foi inocente o suficiente para contar a história da “tungada” na garrafa de whisky – que nem tungada foi, afinal. Não deu outra: os eternos RATOS fakes e psicopatas que perseguem até hoje o blog, para tentar FODER nossa vida profissional (né, Oleúde oleoso mal cheiroso, rsrs), caíram matando quando leram o “relato selvagem” de Zapnroll. Um chegou a comentar (de maneira anônima e covarde, como sempre) no painel do leitor zapper: “tenho um amigo que CONHECE a chefe dele na Gazeta. Em breve teremos notícias a respeito”. Quando leu aquela mensagem, mozão André Pomba (nosso eterno “editador”, ahahaha) se apavorou e ORDENOU: “tira do blog a história da garrafa de whisky, que esses caras VÃO TENTAR FODER SUA VIDA no jornal”. E tentaram mesmo: a fofa, porém BRAVA, corretíssima como profissional e sempre explosiva como pimenta editora do caderno Fim De Semana, a queridíssima (até hoje) por mim Elaine Bittencourt, telefona para seu repórter loki um dia, à tarde: “Finatti, você é louco! Se APODEROU de uma garrafa de whisky na área vip do U2, após o show, e ainda CONTOU a ‘façanha’ no seu blog, sendo que todo mundo sabe que você foi cobrir o evento credenciado pela Gazeta Mercantil! Isso é caso de DEMISSÃO!”, esbravejou, bastante irritada. Bien, não cheguei a ser demitido naquela época, mas levei uma “geladeira” de uns dois meses no caderno. Quando Elaine enfim se acalmou, a “baixinha pimentinha” perdoou Finaski, dizendo o seguinte: “você é completamente maluco mas, pra sua sorte, ESCREVE SUPER BEM e domina como ninguém assuntos musicais. Isso vai te salvar aqui, porque preciso de alguém que escreva bem e domine o assunto como você domina. Mas que fique claro: mais uma garrafa de whisky TUNGADA em algum show, e RUA!”, rsrs. E assim foi: Zapnroll ainda permaneceu na Gazeta até 2009, quando o jornal infelizmente chegou ao fim.

Yeah, cá estamos novamente, com áudios e papos bacanas na plataforma multimídia Zapnroll. Sendo que nessa edição falamos do novo disco do grupo neo psicodélico inglês Django Django, contamos mais um pouco como foi a turnê “Vertigo” do U2 pelo Brasil em 2006 e batemos um papo com ELA: Paloma Silva, que reinaugura a sessão Musa Rocker do blog. No podcast você OUVE a voz da lindeusa. E aí embaixo, segure o fôlego e acalme o coração, quando ver as fotos da cat que estamos publicando. Bora!

MUSA ROCKER DE VOLTA! ESTRELANDO A GATÍSSIMA PALOMA SILVA!

Yep, um dos tópicos mais apreciados (opa!) pelo nosso dileto leitorado, sempre foi a musa rocker. Que está de volta neste post com essa lindaça aí embaixo, a paulistana Paloma Silva. Dileta amiga do autor deste blog já há alguns anos, Palomita já foi musa zapper há quatro anos. E agora topou fazer a reestreia da sessão. Um pouco sobre ela você lê aí embaixo. E muito você VÊ aí embaixo também, rsrs. Mas além disso também estamos conversando com ela em nosso podcast deste post.

Bora ver e ouvir, então. Sendo que a Musa Rocker não estará sempre aqui, em todos os posts. Mas sim, quando julgarmos termos uma garota bacana para papear com ela e que tenha realmente o que dizer, principalmente em um tempo em que a mulher, mais do que nunca, precisa ser ouvida, respeitada e ter seu espaço.

***Nome: Paloma Silva.

***De onde: São Paulo, capital.

***Mora com: o pequeno Tesla, seu filhote de dois anos de idade.

***O que faz: trabalha com atendimento ao cliente em uma empresa. Mas AMA teatro e cantar, e pretende ser atriz e cantora.

(fotos do ensaio realizadas entre 2017 e 2019, pelos fotógrafos Jairo Lavia e Marcello Alves)

A gata Palomita ao lado de Zapnroll, durante sessão de fotos em 2017

FIM DE PAPO!

Ao menos por enquanto, rsrs. Mas estamos começando a semana com novo post e isso anima a galera, néan. Sendo que a partir desta semana o blog será sempre atualizado às segundas-feiras, porque na sexta em si é noite das lives de Finaski nas redes sociais, que voltaram sendo que na próxima tem novamente às 10 e meia da noite, no Facebook. Até lá e beijos na galera!

(enviado por Finatti em 22-2-2021, às 20hs.)

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Oleúde José Ribeiro
Oleúde José Ribeiro
6 dias atrás

Oi Finas, tudo bem? E ela é bonita mesmo.

maizum fandofinas
maizum fandofinas
5 dias atrás

Como que é?! Vc tirou a história da garrafa de pinga (pra mim whisky 30 anos e pinga 51 é tudo a mesma merda) do teu blog pra escapar de encrenca mas acabou de repetir aqui?! Tomara que isso não te dê mais dor de cabeça do que tomar essas pingas escocesas. Se vc não fosse bom jornalista podia ganhar a vida como garrafeiro. Abs

Vasco Faé
Vasco Faé
5 dias atrás

Finnas conta pra gente a fake news q vc mandou para ser demitido da Rolling Stone

Oleúde José Ribeiro
Oleúde José Ribeiro
4 dias atrás

Finas, viu que matéria legal essa sobre o Bowie boas notícias para nós, fãs do camaleão, né?

Vasco Faé
Vasco Faé
4 dias atrás

Ué explica pra nois Finnas, aqui vc censura comentarios mas vai la no instagram reclamar de bloqueio. Algo ñ bate né?

Enfim a hipocresia…..

maizum fandofinas
maizum fandofinas
4 dias atrás

Finas, não me leve a mal, mas acho melhor ficar escondido por razões de trabalho e família. Moro com esposa e três filhos e nem posso ficar sozinho em paz muito tempo pra curtir as fotos da Paloma!! Se ela canta com essa mesma simpatia toda o mundo vai esquecer da Gal Costa e da Karol Konka!!
Sobre esses Vasco Oleoso, eu acho que vc não devia dar palco pra eles não poderem dar show. Bloqueia eles do blog de uma vez!! Abs

maizum fandofinas
maizum fandofinas
3 dias atrás

Eu ainda me perco um pouco no mundo virtual, só hoje eu vi que no teu blog tem podcast e escutei a parte da Paloma. Amei!! Essa mulher é um perigo de linda e inteligente. Fã de Chico Buarque e ouvindo Yes e Genesis no fundo, então… Se eu não fosse bem casado eu me candidatava!!

Ela falou do primeiro disco da Gal Costa. Pelo que me lembro dos discos do meu pai (nasci em 1985), é o que tem Não Identificado. Depois vieram o que tem Tuaregue e o que tem London London. Hoje em dia Gal vive da gostosa que ela foi, mas Paloma parece que tem tanta cabeça quanto corpão. Manda parabéns pra ela!!

maizum fandofinas
maizum fandofinas
3 dias atrás

Fui ver. Os primeiros discos da Gal são de 68 e 69. Abs