Na UTI e quase MORTO lá fora (e já ENTERRADO no Brasil), o rocknroll ainda RESPIRA, com o veterano Strokes e o novíssimo pós punk inglês Dry Cleaning

Confira também esta matéria em áudio!

O rock mundial anda sofrendo com a falta de renovação e de interesse do grande público no estilo musical mais vibrante e engajado do século XX; ainda assim 2021 começou com boas novas para o gênero: os americanos Strokes (abaixo) ganharam o Grammy deste ano na categoria melhor álbum de rock; e a Inglaterra aguarda ansiosa o disco de estreia do novíssimo e ótimo quarteto pós punk Dry Cleaning (acima), que sai neste final de semana

Clima pesadíssimo por todos os cantos.

E absolutamente NADA a comemorar, pois temos um MONSTRO GENOCIDA ARRASANDO o Brasil em plena pandemia. Um CARNICEIRO do inferno. Boçal, fascista, CHARLATÃO e CRIMINOSO. Messias da MORTE do povo brasileiro. Um PSICOPATA e comandante do ASSASSINATO em MASSA da população. Tão horrendo e cruel quanto foram Hitler, Pinochet e Pol Pot. Jair é uma ABERRAÇÃO HUMANA e POLÍTICA, um completo DESEQUILIBRADO MENTAL, sem a mínima condição de ocupar o cargo que lhe foi conferido pelo voto de 57 milhões de alucinados e de ABERRAÇÕES HUMANAS iguais a ele. E o MUNDO INTEIRO JÁ SABE DISSO. Só aqui o seu gado fanático e mau caráter segue defendendo-o a ferro e fogo. Logo serão 4 mil CADÁVERES DIÁRIOS. No mês de maio, no dia das mães, serão 400 MIL MORTOS tranquilamente. E muitas famílias estarão CHORANDO a ausência de suas progenitoras, que estarão embaixo de 7 palmos de terra. Precisamos dar um FIM nesse PESADELO, e JÁ! Precisamos nos livrar do MESSIAS da MORTE o quanto antes (onde estão o Congresso, o centrão e o STF que NADA fazem?). E é com este texto, infelizmente sinistro e totalmente sombrio, que iniciamos mais um post zapper (está cada vez mais difícil escrever sobre cultura pop, em um momento tão pavoroso como o que todos nós estamos vivendo nesse momento), em uma edição excepcionalmente com pouco texto e mais imagens e vídeos, além do PODCAST que traz bastante informação sobre o atual panorama brasileiro, mostra novas bandas legais daqui e da gringa, e ainda traz um bate papo com a musa rocker deste post, a lindeusa escritora e roteirista Juliana Frank. Vamos em frente, então e boa leitura, na medida do (im) possível.

AINDA HÁ SALVAÇÃO PARA O QUASE MORTO ROCK MUNDIAL? A VITÓRIA DOS JÁ VETERANOS STROKES NO GRAMMY 2021, E A GENIAL E SOMBRIA POTÊNCIA GOTH E PÓS PUNK DO NOVÍSSIMO GRUPO INGLÊS DRY CLEANING INDICAM QUE SIM, FELIZMENTE!

Estas linhas bloggers rockers tem insistido muito, desde que este espaço voltou a ser publicado na blogosfera brasileira de cultura pop, na tese de que infelizmente o nosso amado rocknroll está quase morto na música mundial – e aqui no arruinado bananão tropical boçalnaro, dominado musicalmente por axé, sertanojo brega e funk, o rock já está mesmo enterrado sob sete palmos de terra. Elementos e fatos não faltam para corroborar esta tese do blog. Mas nem por isso deixamos de ficar atentos a movimentações na cena rock planetária que demonstram que, mesmo sofrendo com falta de espaço midiático e também com a falta de renovação através de novos e bons grupos, o ótimo e velho rocknroll ainda vive e respira.

Pois eis que neste começo (já caminhando para o meio) de 2021 (mais um ano infernal e trágico, com a pandemia não dando trégua ao mundo e arrasando especialmente o Brasil de DESgoverno e população NEGACONISTA da tragédia), ao menos duas bandas (uma já veterana e a outra, novíssima) deram um novo gás, alento e sacudida na cena rock planetária. O quinteto americano The Strokes, quem diria, quando ninguém mais já dava muita bola pra carreira deles, surpreendeu ainda em 2020 ao lançar o muito bom álbum “The New Abnormal”. O disco, que saiu há quase um ano e em pleno início da pandemia, acabou se tornando o melhor e mais bem resolvido trabalho musical inédito dos guris desde pelo menos seu disco de estreia, o espetacular “Is This It”, que saiu há exatos vinte anos. E o reconhecimento pela excelência do CD veio na edição do Grammy (o Oscar da indústria da música) deste ano, e onde o quinteto levou o troféu de melhor álbum de rock. Nada mais justo pois o disco é realmente bom pra carajo e recolocou os Strokes novamente no mapa rocker mundial.

Melhor surpresa ainda veio da velha Inglaterra, que volta e meia ainda agita a cena rock com alguma ótima novidade. E desta vez essa novidade atende pelo nome de Dry Cleaning. Quarteto surgido em Londres há menos de três anos, já está sendo saudado pela rock press britânica como a melhor reencarnação do pós punk inglês dos anos 80, notadamente aquele que transitava em Manchester e entre Joy Division e Magazine. Não é exagero: com guitarras violentas e ferozes, melodias dançantes e ultra sombrias e UMA VOCALISTA (Florence Shaw) que impressiona pela sua postura (com semblante sempre totalmente impassível, com o olhar algo perdido e tentando entender um imaginário caos à sua volta, além de cantar os versos das letras das canções quase FALANDO os mesmos), onde ela se posiciona com o pedestal do microfone no fundo do palco (e não à frente dos outros músicos, como é habitual; será alguma indicação de que a garota possui algum traço de timidez exacerbada?), o grupo soltou alguns singles realmente espetaculares (“Strong Feelings”, “Scratchcard Lanyard” e “Magic Of Meghan”), que impressionam pela violência das guitarras e pela potência da sessão rítmica (especialmente o baixo). Foi o suficiente para a rock press da Velha Ilha ficar de quatro pela banda e a essa altura toda a mídia musical britânica aguarda com ansiedade absoluta o álbum de estreia do Dry Cleaning. Ele vai se chamar “New Long Leg”, foi produzido por John Parish (parceiro musical e produtor de alguns dos melhores discos da nossa lindeusa e musa indie inglesa, a imbatível PJ Harvey), será lançado pelo até hoje respeitadíssimo selo britânico 4AD (que nos anos 80 nos deu bandas e discos inesquecíveis, como os do trio Cocteau Twins) e deve chegar às plataformas digitais de streaming e nas lojas que ainda vendem vinis e cds em 4 de abril.

Nada mal, néan. Zapnroll, que anda bastante desiludido com os rumos total incertos do rock atual, já virou fã ardoroso do Dry Cleaning. Já é a nova banda pós punk do coração destas linhas bloggers e botamos fé que vem aí um discão. E se essa previsão se confirmar, tudo indica que o quarteto tem um futuro brilhante por um bom par de anos. Quem sabe se, quando todo esse pesadelo monstruoso passar, todos nós sobrevivermos e formos devidamente vacinados, o Dry Cleaning não aparece aqui nesse horrendo e triste Brasil arrasado pelo Messias genocida, e faz um show em algum festival tipo Lollapalooza. Trazendo de bônus mais uma vez os velhos Strokes, desta vez a bordo da turnê de um ótimo novo álbum. Aí quem sabe até o já velho jornalista zapper (quase um tiozão sessentão e sem síndrome de Peter Pan, como certos blogueiros POBREloaders têm, hihi) se anima para, novamente, ir em um mega festival. Sonhar não custa, não é mesmo…

Aí embaixo você confere alguns vídeos e os primeiros singles do Dry Cleaning, que precedem seu esperadíssimo debut álbum. Boa audição!

DRY CLEANING EM PERFORMANCE AO VIVO, PARA A RADIO KEXP, DE SEATTLE E OS OS SINGLES PRÉ ÁLBUM DE ESTREIA DA BANDA

JOÃO GORDO, VOCALISTA DO GIGANTE RATOS DE PORÃO, E QUE NÃO SE TORNOU VELHOTE BABACA E REAÇA DE DIREITA, DÁ SEU RECADO ANTI FASCISTA

João Gordo, o venerável vocalista (até hoje) do gigante hardcore mundial Ratos De Porão, envelheceu bem e total consciente: não se tornou um velhote otário, reacionário, conservador, babaca de direita e apoiador de presidente fascista, carniceiro e GENOCIDA. Ainda bem!

O blog o conhece pessoalmente desde 1985, já brigamos e há décadas deixamos nossas diferenças pessoais pra trás. E desde sempre tenho o maior respeito por ele como artista e como ser humano. Nesse vídeo, extraído de alguma live da qual ele participou, Gordo dá seu recado claro, alto e bom som.

Que sirva de lição para esses roqueiros brasileiros DE MERDA e porcos fascistas, que se tornaram aberrações que ENVERGONHAM quem ama rocknroll de verdade e que possui o pensamento político e ideológico progressista.

Valeu, João! Tamo junto, ever!

PODCAST ZAPPER

O novo episódio está beeeeem recheado, pra ninguém reclamar! Tem sons novíssimos e ótimas novidades rockers como o pós punk inglês Dry Cleaning e o brasileiro Turnos, um super bate papo com a gatíssima Juliana Frank, a nossa musa rocker deste post (com fotos lindonas dela mais aí embaixo), e também mostramos como a Austrália conseguiu controlar a pandemia por lá, o que permitiu que os shows de rock para grandes públicos (sem máscara e sem distanciamento social) pudessem voltar a acontecer por lá. Na semana passada o já veteraníssimo e clássico grupo Midnight Oil se apresentou para 13 mil pessoas (!).

Então prepara aquele drink saboroso (ou mesmo um suco e um petisco gostoso, para “beliscar”), sintoniza aí embaixo e boa audição!

MUSA ROCKER NOVAMENTE COM A LINDEUSA ESCRITORA E ROTEIRISTA JULIANA FRANK!

Yeah! A gatona Ju Frank já esteve no blog zapper há alguns anos e agora retorna, aos 36 de idade, mais exuberante do que nunca. Juliana, dileta amiga destas linhas bloggers há muitos anos, estava morando no Rio De Janeiro e agora, cidadã do mundo que sempre foi, está passando uma temporada nos Estados Unidos, atuando como roteirista de séries da plataforma Amazon.

No PODCAST zapper, mais acima, você confere um ótimo bate papo que tivemos com ela por esses dias. E aí embaixo… bien, Juju mostra que além de ultra culta e inteligente, também é uma LINDEZA de jovem mulher.

Aprecie SEM moderação, rsrs.

O jornalista zapper e sua dileta e gatíssima amiga, a escritora e roteirista Juliana Frank, batendo um rango num churras rodízio há alguns anos, em Sampa

O BLOG ZAPPER INDICA

***a banda sorocabana Turnos acabou de lançar seu novo EP, o muito bom “Nós”, composto pelas faixas “Acordam cedo”, “Queda livre” e “Enquanto isso-Salvação” (sendo este single dividido em dois movimentos musicais distintos). Quinteto formado por músicos que já tocaram em outros grupos conhecidos da cena indie sorocabana (como o vocalista e baixista Felipe Marinelli, que durante alguns anos atuou à frente do bacaníssimo Volpina), o Turnos mostra competência musical de sobra e produz um pop rock com boas letras e melodias altamente radiofônicas, que rapidamente grudam no sistema auditivo de quem as escuta. Não estamos exagerando nessa avaliação, sendo que você pode ouvir o EP da turma no link aí embaixo.

https://turnos.bandcamp.com/album/n-s

***volta e meia a NetFlix está colocando em seu catálogo ótimos filmes da recente safra do cinema pernambucano. Desta vez o título que entrou para ser assistido na plataforma é o incrível “Febre Do Rato”, lançado em 2012 e dirigido por Cláudio Assis. Com belíssima fotografia em preto e branco e atuações sensacionais do grande Irandhir Santos e da então novata e desconhecida Nanda Costa, o longa é uma ode em defesa da liberdade de expressão, da liberdade sexual e de viver uma existência alimentada por cultura e poesia. O blog já assistiu pelo menos umas três vezes e sempre o recomenda aos amigos. Pode conferir, sem susto!

FIM DE TRANSMISSÃO

Post mais modesto mas não menos bacana, e entrando no ar já no final da tarde de terça-feira. Sendo que voltamos com mais papos aqui lá pra semana que vem, podem esperar. Mas antes, na próxima sexta-feira, este Finaski dá um oi pra turma através de lives nas redes sociais, beleza? Até logo menos então, e beijos na galera. Se possível, cuidem-se! Fiquem em casa!

Este post de Zapnroll é dedicado à memória do nosso querido colega de imprensa musical de muitos anos, o saudoso Marcos “Diet”, que nos deixou inesperadamente há duas semanas. Fundador e coordenador da revista Comando Rock (que marcou época na rock press brasileira), Diet vai fazer falta na imprensa cultural nacional. Rip!

(enviado por Finatti em 30-3-2021, às 18hs.)

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Emerson
Emerson
22 dias atrás

Dia das mães?Antes do meio de Abril batemos 400 k fácil.E na Inglaterra triunfa, logo logo poderão ver o grupo mencionado.Já por aqui…

Humberto Finatti
22 dias atrás
Reply to  Emerson

Por aqui só tristeza, infelizmente…

Ítalo Morelli Júnior
22 dias atrás

Pra mim também foi uma grata surpresa esse último álbum do Strokes. Lembro da estréia triunfante deles (foram o marco zero da nova onda rock no século XXI, não?) e lembro que passaram com louvor pelo temido desafio do segundo álbum. Naquela época eu estava bastante empolgado com as novidades, eram tantas bandas citadas nos veículos especializados em música, que o Titãs lançou uma faixa chamada “A melhor banda de todos tempos da última semana”. Eu mesmo mal conseguia acompanhar tantos nomes novos e o Strokes já no terceiro álbum não empolgava e nunca mais liguei pra eles. Li resenhas que criticavam tudo o que eles lançavam, mas este novo álbum realmente é muito bom, porém é pouco para a nossa fome de novidades.
Já o Dry Cleaning é uma lufada de ar fresco no marasmo musical que assola o mundo há tempos. A música norte-americana atual é um horror e eis que veio da Inglaterra essa tão bem vinda novidade. Estou curioso para ouvir o álbum completo, pois promete muito.
Abraço

Oleúde José Ribeiro
Oleúde José Ribeiro
21 dias atrás

Oi Finas, tudo bem?

Humberto Finatti
21 dias atrás

Uma vez doente mental, psicopata e velhote rato fake… sempre tudo isso, rsrs. Caralhos, esse sujeito vai MORRER dessa forma, pelo jeito, ahahahaha. Que tristeza (pra ele…)…

Humberto Finatti
21 dias atrás

Que fofo! O querido dengo Ítalo na área, e com um comentário beeeeem legal (fica de exemplo pra ratazana velha, obsessiva e doente mental que é o tal oleoso, hihi). Apareça sempre que quiser, cherrie! É um prazer!

Humberto Finatti
21 dias atrás

Ah, sim, oleoso velhote psicopata e obcecado por este blogueiro (rsrs), um amigo meu quer saber sua opinião sobre todo o conteúdo do post. Quer saber se você gostou da boa novidade que é o Dry Cleaning, o que você achou do vídeo anti fascista protagonizado pelo João Gordo, se você ouviu o bate papo no podcast com a escritora Juliana Frak, se gostou das fotos dela no ensaio do blog, se achou legal o som da banda sorocabana Turnos etc. Tem bastante coisa, né. Mas como você é um imbecil que fica apenas de maneira psicótica caçando erros de DIGITAÇÃO no post (isso que é obsessão e doença mental grave hein, pelamor, rsrs), provavelmente não se ateve ao bacaníssimo conteúdo do blog. Que pena… azar seu, claro, seu zé ruela incorrigível.

Oleúde José Ribeiro
Oleúde José Ribeiro
18 dias atrás

Oi Finas, tudo bem? Fico feliz com o interesse do seu amigo na minha opinião.
O Dry Cleaning não é novidade para quem tem interesse por música. Boa banda.
Também gostei do video do Gordo, sou fã do cara.
Não ouvi o podcast porque ele não está disponível em plataforma nenhuma. A menina é bonita, por sinal. Mas ainda prefiro a outra, Paloma? acho que é isso.
A banda de Sorocaba é boa sim. Genérica, mas boa.

Doutor Adevogado
Doutor Adevogado
17 dias atrás

Senhor Humberto, se quiser processar o Facebook por não deixá-lo ofender quem vive de maneira diferente da sua, ou pensa de maneira diferente do que você, posso te ajudar com o processo que você quer mover. Acho que você ganha fácil.

Humberto Finatti
15 dias atrás

Oi oleoso fétido, tudo bem?
Que bom que você é tão genial que sabe onde irei editar seus comentários inúteis e com traços de obsessão e psicopatia. Pena que sua “genialidade” também não se traduz em CORAGEM, né. Que chatice você ser ratazana como é e ficar anos a fio enviando seus comentários pro blog através de identidade falsa. Não sei como não cansou ainda, rsrs.

Bom, pra quem envia duas mensagens ao mesmo tempo sem sequer se preocupar em disfarçar o IP (que é igual pro Oleúde e pro Advogado, rsrs) não dá mesmo pra exigir um mínimo de coragem. Sabe oleoso, tenho muita dó de você, de verdade. Me persegue obsessivamente aqui, stalkeia minhas redes sociais etc. É um caso seríssimo de doença mental, de querer viver a vida do outro todos os dias, 24hs por dia. No seu lugar eu já teria me matado. Mas quando eu morrer (ninguém dura para sempre) você provavelmente também irá dar um fim na sua vida inútil e miserável, pois ela terá perdido toda a graça. Então aproveite enquanto ainda estou aqui. Abs.

Humberto Finatti
15 dias atrás

Oi oleoso fétido, tudo bem?
Que bom que você é tão genial que sabe onde irei editar seus comentários inúteis e com traços de obsessão e psicopatia. Pena que sua “genialidade” também não se traduz em CORAGEM, né. Que chatice você ser ratazana como é e ficar anos a fio enviando seus comentários pro blog através de identidade falsa. Não sei como não cansou ainda, rsrs.

Bom, pra quem envia duas mensagens ao mesmo tempo sem sequer se preocupar em disfarçar o IP (que é igual pro Oleúde e pro Advogado, rsrs) não dá mesmo pra exigir um mínimo de coragem. Sabe oleoso, tenho muita dó de você, de verdade. Me persegue obsessivamente aqui, stalkeia minhas redes sociais etc. É um caso seríssimo de doença mental, de querer viver a vida do outro todos os dias, 24hs por dia. No seu lugar eu já teria me matado. Mas quando eu morrer (ninguém dura para sempre) você provavelmente também irá dar um fim na sua vida inútil e miserável, pois ela terá perdido toda a graça. Então aproveite enquanto ainda estou aqui. Abs.

Vasco Faé
Vasco Faé
14 dias atrás

Finas

Humberto Finatti
14 dias atrás
Reply to  Vasco Faé

Mostrei sua mensagem pra Jully, queridíssima por mim e sendo que somos grandes amigos até hoje (ela inclusive está cotada para aparecer novamente por aqui, como musa rocker). Ela mandou a seguinte resposta pra você:

“Quem é esse idiota fake? Diz pra ele ir tomar no cu, ao invés de querer arrumar treta entre eu e você. Beijos da sua eterna sobrinha!”.

Sem mais, vasquito porquito.

Humberto Finatti
13 dias atrás

Ô oleoso óleo de peroba fedido, esqueci de acrescentar: você é tão MENTIROSO, rato e PREGUIÇOSO que basta ir até o podcast que está aqui mesmo, DENTRO do post, e ouvir o mesmo. Ou então clicar na moldura dele e ouvi-lo no YouTube, que é SIM uma PLATAFORMA de vídeo e também de ÁUDIO, o que desmonta sua FALSA afirmação de que ele não está em plataforma alguma.
Abs.